Simpósio mostra inovações no ovino Santa Inês

I Simpósio da Raça Santa Inês acontece nesta quinta-feira 27, no Parque de Exposições Dirceu Arcoverde, em Teresina.


Ovinos Santa Inês

Ovinos Santa Inês Foto: Embrapa

Uma conversa aberta entre pesquisadores, produtores e técnicos,  sobre a evolução das ações de pesquisa e inovação vai marcar o I Simpósio da Raça Santa Inês nesta quinta-feira 27, no Parque de Exposições Dirceu Arcoverde, em Teresina. De raça nativa e rústica, o ovino Santa Inês foi trabalhado ao longos dos últimos 20 anos pela Embrapa Meio-Norte em melhoramento genético, desempenho, qualidade da carne, características fenotípicas e resistência parasitária.  

 O evento começa às 8:30 horas, no auditório da FAEPI/SENAR, com a palestra do médico veterinário Domingos Ribeiro do Carmo, sobre A raça Santa Inês para a Ovinocultura no Brasil. Em seguida, o professor Henrique Parente, da Universidade Federal do Maranhão, falará sobre Desempenho produtivo e qualidade da carne de ovinos Santa Inês.

A terceira e última palestra da manhã vai abordar os Avanços das ferramentas de melhoramento genético na raça de ovinos Santa Inês. O palestrante será o professor Lindenberg Sarmento, da Universidade Federal do Piauí.

O simpósio recomeça às 14 horas, com a pesquisadora Tânia Maria Leal, da Embrapa Meio-Norte, falando sobre Redução de anti-helmínticos no controle de verminose de ovinos. A programação termina com a apresentação, pelo veterinário Domingos Ribeiro do Carmo, dos trabalhos de melhoria das características fenotípicas relacionadas à qualidade de carcaça da raça Santa Inês.

Realizado pela Embrapa Meio-Norte, o evento tem o apoio da Universidade Federal do Piauí, Associação Piauiense de Criadores de Caprinos e Ovinos (Apiccopi), FAEPI/SENAR e Conselho Regional de Medicina Veterinária.

A Santa Inês é nativa do Nordeste brasileiro a partir de cruzamentos entre as raças Morada Nova, Somalis, da italiana Bergamacia e de ovinos sem raças definidas. Com o comportamento semelhante ao caprino, no pastejo, o ovino Santa Inês se adaptou muito bem à região.

Fonte: Ascom Embrapa

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