Economia

INFLAÇÃO

INPC de setembro acumula alta de 4,29% em 12 meses

Inflação usada para corrigir salários sobe 0,82% no mês, segundo IBGE

Teresinha Ferreira

10 de outubro de 2026 às 00:48 ▪ Atualizado há 46 minutos

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  • O INPC de setembro registrou alta de 0,82%.
  • Acumulado de 12 meses do INPC passou para 4,29%.
  • Alimentos subiram 0,80%; produtos não alimentícios, 0,83%.
  • INPC é utilizado para reajustar salários e calcular benefícios como o seguro-desemprego.
  • IPCA, indicador oficial de inflação, também subiu 0,82% no mês, acumulando 4,58% em 12 meses.
  • INPC foca em famílias de baixa renda (um a cinco salários mínimos), enquanto o IPCA abrange até 40 salários mínimos.
  • Alimentos têm grande peso no INPC, ao contrário de itens como passagens aéreas.
  • Coleta de preços para o INPC abrange várias capitais e regiões do Brasil.

Agência Brasil INPC
INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) encerrou setembro com alta de 0,82%, elevando o acumulado em 12 meses para 4,29%, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (9). Em agosto, o índice acumulado marcava 3,98%.

Os alimentos tiveram alta de 0,80% no mês, enquanto os produtos não alimentícios subiram 0,83%. O INPC é fundamental para muitos, pois é usado como base para o reajuste de salários de diversas categorias, além de influenciar o cálculo do salário mínimo e de benefícios como o seguro-desemprego.

Além do INPC, o IBGE também informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a referência oficial de inflação, teve o mesmo aumento mensal de 0,82%, mas com um acúmulo de 4,58% em 12 meses. O INPC é voltado para famílias com renda de um a cinco salários mínimos, enquanto o IPCA abrange aquelas com renda de até 40 salários mínimos.

Alimentos têm um peso maior no cálculo do INPC, representando cerca de 25% do índice, dado o maior impacto na economia das famílias de baixa renda. Em contrapartida, itens como passagens aéreas têm menor peso em comparação com o IPCA.

Os preços coletados para o INPC nas principais regiões incluem Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além de Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

Fonte: Agência Brasil