Economia

VENDAS NO VAREJO

IBGE aponta crescimento de 0,1% nas vendas do varejo em maio

Setores como papelaria e vestuário impulsionaram o aumento após queda anterior.

Teresinha Ferreira

16 de julho de 2026 às 09:50 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • As vendas no comércio varejista brasileiro cresceram 0,1% em maio sobre o mês anterior.
  • O crescimento foi após uma retração de 1,6% entre março e abril.
  • A média móvel trimestral sofreu redução de 0,2%.
  • Comparações com o ano anterior mostram altas de 0,4% em maio, 1,7% no acumulado do ano e 1,4% em 12 meses.
  • Cinco dos oito setores pesquisados tiveram crescimento, destacando-se livros e papelaria (15,2%).
  • Setores com queda incluíram informática e comunicação (-1,7%) e hipermercados (-1,5%).
  • O varejo ampliado teve uma queda de 0,2%, apesar do crescimento em materiais de construção (2,1%) e veículos (1,8%).
  • A receita nominal do varejo subiu 0,1% em relação a abril e 4,4% comparada a maio de 2022.

Agência Brasil Comércio varejista brasileiro
Comércio varejista brasileiro

As vendas no comércio varejista brasileiro registraram um crescimento de 0,1% em maio em relação ao mês anterior. Esse leve aumento segue uma retração de 1,6% que ocorreu entre março e abril, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na análise da média móvel trimestral, observou-se uma redução de 0,2%. Entretanto, o varejo apresentou melhoras em outras comparações: aumento de 0,4% em relação a maio do ano anterior, 1,7% no acumulado do ano e 1,4% em 12 meses.

Segundo o gerente da pesquisa, Cristiano Santos, "no ano de 2026, o varejo vem crescendo a maioria do tempo, com abril sendo a exceção negativa".

Cinco dos oito setores pesquisados contribuíram para a alta de abril a maio: livros, jornais, revistas e papelaria (15,2%), tecidos, vestuário e calçados (3,1%), móveis e eletrodomésticos (2,7%), artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria (1,4%) e combustíveis e lubrificantes (1,1%).

Entre os setores com queda, destacam-se equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,7%), hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,5%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,3%).

No varejo ampliado, que inclui materiais de construção e o setor de veículos e peças, houve uma queda de 0,2%. Entretanto, materiais de construção apresentaram um crescimento de 2,1%, e veículos e peças avançaram 1,8%.

Na receita nominal do varejo, houve alta de 0,1% em comparação com abril, 4,4% em relação a maio do ano passado, 4,2% no acumulado do ano e 4,8% em 12 meses.

Fonte: Agência Brasil