Economia

EFEITO LULA

Desemprego no Brasil cai para 5,2% no terceiro trimestre

Taxa é a menor para o período desde 2012, segundo dados do IBGE

Da Redação

30 de outubro de 2026 às 11:11 ▪ Atualizado há 1 hora

Ver resumo
  • A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,2% no terceiro trimestre, a menor desde 2012.
  • A desocupação era de 5,4% no segundo trimestre e 5,6% um ano atrás.
  • A população desocupada é de 5,6 milhões, uma queda de 4% em relação ao trimestre anterior.
  • Houve uma redução de 6,9% na desocupação em comparação com o mesmo período do ano anterior.
  • A população ocupada atingiu 103,6 milhões, o maior número da série histórica.
  • A taxa de ocupação chegou a 59%, um recorde.
  • A informalidade foi de 37,5% da população ocupada, pouco alterada em relação ao trimestre anterior e ao ano anterior.
  • O rendimento real habitual foi de R$ 3.790, estável no trimestre e com crescimento de 3,6% no ano.
  • A massa de rendimento real habitual alcançou R$ 387,5 bilhões, a maior já registrada, com aumento de 1,5% no trimestre e 4,7% no ano.

Agência Brasil O nível de ocupação alcançou 59%, também um recorde, frente aos 58,8% do trimestre anterior
O nível de ocupação alcançou 59%, também um recorde, frente aos 58,8% do trimestre anterior

A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,2% no terceiro trimestre, a menor para o período desde 2012. No segundo trimestre deste ano, estava em 5,4% e um ano atrás era de 5,6%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (30).

A população desocupada, totalizando 5,6 milhões de pessoas, apresentou uma queda de 4% em relação ao trimestre anterior, que contava com 5,9 milhões de desocupados. Em comparação com o mesmo período de 2025, houve uma redução de 6,9%, equivalente a 417 mil pessoas.

A população ocupada chegou a 103,6 milhões de pessoas, número mais alto da série histórica, com um crescimento de 0,6% no trimestre (acréscimo de 581 mil pessoas) e de 1,2% em um ano (acréscimo de 1,2 milhão). O nível de ocupação alcançou 59%, também um recorde, frente aos 58,8% do trimestre anterior e estável em relação ao mesmo período do ano passado (58,7%).

Quanto à informalidade, a taxa foi de 37,5% da população ocupada, representando 38,8 milhões de trabalhadores informais. Esses números correspondem a 37,4% no trimestre anterior e 37,8% há um ano.

O rendimento real habitual de todos os trabalhos foi de R$ 3.790, estável no trimestre mas com um crescimento de 3,6% em um ano (incremento de R$ 131). A massa de rendimento real habitual alcançou R$ 387,5 bilhões, sendo a maior já registrada, com incremento de 1,5% no trimestre (R$ 5,6 bilhões) e de 4,7% em um ano (R$ 17,5 bilhões).

Fonte: Agência Brasil



Siga no WhatsApp (abre em uma nova aba)