Brasil

VIOLÊNCIA

Pastor agride operadora de caixa dentro de supermercado e caso gera revolta; vídeo

Pastor deu tapa no rosto de atendente de caixa e ainda disse: “Chama a polícia”

Da Redação

25 de maio de 2026 às 13:40 ▪ Atualizado há 56 minutos

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  • Antonio Marcos Brasileiro Sales, suposto pastor, empresário e ex-candidato a vereador, foi filmado agredindo uma caixa de supermercado na Bahia.
  • A agressão ocorreu quando a funcionária afastou a mão do homem, resultando em um tapa no rosto.
  • Após o incidente, os colegas da caixa retiraram a vítima do local e confrontaram o agressor.
  • Apesar da agressão ser capturada por câmeras de segurança, o homem não foi preso imediatamente.
  • Um boletim de ocorrência foi registrado, e a polícia está investigando o caso.
  • A associação de ministros evangélicos e a Primeira Igreja Batista negaram qualquer vínculo pastoral de Antonio.
  • O episódio gerou discussões sobre violência contra mulheres e agressões a trabalhadores.

Imagens de câmeras de segurança flagraram Antonio Marcos Brasileiro Sales, apontado como pastor, empresário e ex-candidato vereador, agredindo uma operadora de caixa de 22 anos dentro de um supermercado em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. O caso aconteceu na última terça-feira (19) e provocou indignação nas redes sociais.

O vídeo mostra o momento em que a funcionária atendia o cliente no caixa e o homem segura o queixo da jovem. Em seguida, ela afasta o braço dele e acaba recebendo um tapa no rosto.

Após a agressão, colegas de trabalho retiraram a vítima do caixa e a levaram para uma sala do supermercado. Clientes e funcionários discutiram com o suspeito, que ainda gritou: “Ela tem que ter educação. Chama a polícia”.

Apesar da agressão registrada pelas câmeras de segurança, o homem não foi preso no local. O boletim de ocorrência foi registrado pela vítima e pelo gerente do supermercado, e o caso segue sendo investigado pela polícia.

Após a repercussão, Antonio Marcos teria se apresentado como pastor. No entanto, a Associação de Ministros Evangélicos informou que ele nunca integrou a entidade. Já a Primeira Igreja Batista declarou que ele é apenas frequentador da igreja e não possui vínculo pastoral.

O episódio gerou forte repercussão e reacendeu discussões sobre violência contra mulheres e agressões a trabalhadores durante o exercício da profissão.

Fonte: Redes sociais



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