MUDANÇA TRABALHISTA
Teresinha Ferreira
15 de outubro de 2026 às 11:25 ▪ Atualizado há 2 horas
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) comemorou a aprovação da PEC que elimina a "massacrante escala 6x1" e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. A medida, descrita como uma vitória significativa, visa melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores.
Em contraste, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) criticou a alteração, classificando-a como um "retrocesso" que pode afetar a produtividade e a competitividade do país. Ricardo Alban, presidente da CNI, solicitou que o Congresso reavalie a aprovação da PEC.
Já a Força Sindical destacou o esforço conjunto dos segmentos da sociedade na aprovação da medida, que promete beneficiar milhões de brasileiros com mais tempo livre para atividades pessoais e familiares.
Por outro lado, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) lamentou a discussão da PEC em período eleitoral, destacando a necessidade de um debate mais técnico e aprofundado sobre seus impactos.
Estudos sobre os efeitos econômicos da mudança divergem. Segundo alguns, a redução da jornada pode resultar em aumento de custos de produção, enquanto outros sugerem apenas impactos limitados.
O Senado aprovou a PEC com mudança significativa: a adoção de uma jornada de 5x2, com descanso remunerado de dois dias por semana, está prevista para começar gradualmente ao longo de 14 meses, sem redução salarial.
Fonte: Agência Brasil