REFORMA TRABALHISTA
Teresinha Ferreira
15 de outubro de 2026 às 12:27 ▪ Atualizado há 3 horas
Adrielle Barbosa de Aquino, de 27 anos, trabalha como garçonete no Rio de Janeiro. Desde a adolescência, ela está acostumada à exaustiva escala 6x1, com apenas um dia livre por semana.
A possibilidade de mudança veio com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 pelo Senado, prometendo reduzir a carga de trabalho de 44 para 42 horas semanais.
Adrielle, assim como 73% dos brasileiros segundo pesquisa da Nexus, apoia a iniciativa: “Um dia para resolver mil coisas é pesado”, comenta. A PEC prevê uma transição de escala 6x1 para 5x2 dentro de 60 dias após a promulgação.
Yasmin Nascimento, auxiliar administrativo, vê a aprovação com otimismo: “É mais um dia de folga que a gente pode usar para estudar, trabalhar, ou estar com a família”.
Com a mudança, empregados poderão desfrutar de mais tempo de qualidade com a família, cuidar da saúde ou mesmo buscar formas de renda extra.
A redução definitiva para 40 horas semanais ocorrerá após 14 meses, diminuindo a pressão por longas jornadas. O projeto também prevê medidas para mitigar impactos em pequenas empresas.
A trabalhadora Cristiane Wandermuren, quando consultada, compartilhou que com mais tempo livre poderá se dedicar mais aos netos e à saúde pessoal.
Com mudanças, como esperado para dezembro de 2026, os trabalhadores ganharão em qualidade de vida e tempo para atividades pessoais, aliviando o impacto dos dias extensos de trabalho.
Fonte: Agência Brasil