Polícia

FRAUDES EM CONTRATO PÚBLICO

Polícia Federal e CGU investigam fraudes em contratos públicos

Operação Legado cumpre 44 mandados em 22 cidades de seis estados

Teresinha Ferreira

24 de setembro de 2026 às 08:33 ▪ Atualizado há 3 horas

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  • A Operação Legado investiga fraudes em licitações na área da saúde.
  • A operação ocorre em municípios da Bahia, Piauí e Espírito Santo.
  • Estão sendo cumpridos 44 mandados de busca e apreensão em 22 cidades.
  • As ações abarcam seis estados: Bahia, Piauí, Espírito Santo, Minas Gerais, Sergipe e Distrito Federal.
  • O Tribunal Regional Federal da 1ª Região determinou medidas patrimoniais e bloqueio de bens de até R$ 3,4 milhões.
  • A investigação aponta simulação de concorrência, direcionamento de contratações e sobrepreço.
  • Existem indícios de faturamento de produtos não entregues e fornecimento de equipamentos usados como novos.
  • Movimentações financeiras suspeitas e possíveis subornos a agentes públicos foram identificados.
  • A investigação cobriu 56 contratações em 31 municípios, somando cerca de R$ 17 milhões.
  • Investigados incluem empresários e ex-ocupantes de cargos públicos municipais.
  • Possíveis crimes envolvem organização criminosa, fraude em licitações, falsidade documental, peculato e corrupção.

Agência Brasil Operação Legado, que investiga suspeitas de fraudes em licitações e contratações diretas
Operação Legado, que investiga suspeitas de fraudes em licitações e contratações diretas

A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) iniciaram nesta quinta-feira (24) a Operação Legado, que investiga suspeitas de fraudes em licitações e contratações diretas, principalmente na área da saúde. As investidas ocorrem em municípios da Bahia, Piauí e Espírito Santo.

Conforme comunicado da corporação, estão sendo cumpridos 44 mandados de busca e apreensão em 22 cidades distribuídas por seis estados: Bahia, Piauí, Espírito Santo, Minas Gerais, Sergipe e Distrito Federal.

As ordens foram autorizadas pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que também determinou 13 medidas patrimoniais e o bloqueio de bens até R$ 3,4 milhões.

De acordo com a PF, as investigações revelam indícios de atuação coordenada entre empresas, simulação de concorrência, direcionamento de contratações, sobrepreço, faturamento de produtos não entregues e fornecimento de equipamentos usados como novos.

“Também foram identificadas movimentações financeiras suspeitas e possíveis pagamentos de vantagens indevidas a agentes públicos”, diz o comunicado.

A investigação abrangeu 56 procedimentos de contratação em 31 municípios, envolvendo aproximadamente R$ 17 milhões. Entre os investigados estão empresários e ocupantes atuais e antigos de cargos públicos municipais.

Os crimes apurados podem incluir organização criminosa, fraude em licitação e contrato público, falsidade documental, peculato e corrupção ativa e passiva.

Fonte: Agência Brasil