Economia

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Limite de crédito para estados e municípios em 2026 é ampliado

Conselho Monetário Nacional aumenta limite de crédito em R$ 2 bilhões.

Teresinha Ferreira

14 de setembro de 2026 às 18:33 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O limite de crédito para Estados, DF e municípios em 2026 aumentou de R$ 26,625 bilhões para R$ 28,625 bilhões.
  • A medida permite contratação de empréstimos para financiar projetos respeitando regras fiscais.
  • A expansão de crédito não implica aumento de despesas federais.
  • Identificação de R$ 7,87 bilhões em espaço fiscal não previsto facilitou o ajuste.
  • Sublimites com garantia da União subiram para R$ 8,5 bilhões; sem garantia, para R$ 6,5 bilhões.
  • Outros sublimites, como os do PAC e Correios, continuam os mesmos.
  • O CMN é liderado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Agência Brasil Estados, Distrito Federal e municípios
Estados, Distrito Federal e municípios

Estados, Distrito Federal e municípios poderão acessar mais crédito em 2026. Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou o limite de crédito de R$ 26,625 bilhões para R$ 28,625 bilhões, um aumento de R$ 2 bilhões.

A decisão cria mais espaço para que governos locais contratem empréstimos para financiar projetos e investimentos, respeitando as regras fiscais para 2026. As operações podem ou não ter garantia da União.

O aumento não representa nova despesa federal e foi possível graças a um levantamento da Secretaria do Tesouro Nacional. Foram identificados cerca de R$ 7,87 bilhões em espaço fiscal não previsto para uso.

Desse total, R$ 3 bilhões já haviam sido remanejados e agora R$ 2 bilhões foram destinados ao novo limite. Segundo o CMN, o remanejamento foi necessário devido ao esgotamento dos limites de crédito subnacionais.

Os novos sublimites específicos também foram ajustados. Com garantia da União, os valores passam de R$ 7 bilhões para R$ 8,5 bilhões, e sem garantia, de R$ 6 bilhões para R$ 6,5 bilhões, totalizando R$ 15 bilhões.

Quaisquer outros sublimites do CMN, como os do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e dos Correios, permanecem inalterados.

O Conselho Monetário Nacional é presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, e inclui o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

Fonte: Agência Brasil