ESTUDO
Alinny Maria
07 de fevereiro de 2022 às 08:56
Um estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Medicina da Prefeitura de Kyoto, no Japão, revela que a nova variante Ômicron pode sobreviver por mais tempo em superfícies e na pele humana, quando comparada a outras cepas da COVID-19.
Os especialistas justificam o fato pela “estabilidade ambiental” da cepa, que a torna altamente infecciosa. Em laboratório, usando amostras de pele de cadáveres, a equipe concluiu que a Ômicron pode permanecer por mais de 21 horas na superfície da pele.
“O nosso estudo mostrou que em superfícies plásticas e na pele, as variantes Alpha, Beta, Delta e Ômicron exibiram tempos de sobrevivência duas vezes maiores do que os da estirpe de Wuhan e mantiveram a integridade durante mais de 21h nas superfícies da pele”, evidencia a pesquisa.
Quando analisada em superfícies plásticas, os cientistas concluíram que a cepa pode sobreviver por 193,5 horas, equivalente a oito dias.
“Este estudo mostrou que a variante Ômicron também tem a maior estabilidade ambiental entre os VOCs (variantes preocupantes), o que sugere que essa alta estabilidade também pode ser um dos fatores que permitiram que a variante Ômicron substituísse a Delta e se espalhasse rapidamente”, diz a publicação .
As variantes são geralmente mais resistentes ao etanol do que a estirpe original da COVID-19. No entanto, a pesquisa destaca que todas foram completamente inativadas na pele após 15 segundos de exposição a desinfetantes para as mãos à base de álcool.
Fonte: Estado de MInas
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