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Outubro Rosa aborda medo persistente após tratamento do câncer

Mulheres lidam com medo e apoio emocional é crucial após o tratamento do câncer de mama

Teresinha Ferreira

08 de outubro de 2026 às 12:59 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Outubro Rosa destaca a importância do pós-tratamento do câncer de mama e os desafios enfrentados.
  • Mulheres lidam com o medo da recidiva e necessitam de suporte contínuo.
  • Laís Mutuberria Vieira, psicóloga, ressalta a fase de incertezas e reconstrução pessoal após a quimioterapia.
  • É crucial manter acompanhamento médico e suporte emocional para ajudar na reconstrução da vida.
  • Renata Reis Pinto, médica mastologista, reforça a importância do tratamento multidisciplinar.
  • A psico-oncologia ajuda a gerenciar medos intensos e pode requerer intervenção adicional.
  • Josiane Fernandes compartilha a necessidade de cuidados contínuos após o tratamento.
  • O Inca prevê que o câncer de mama será o mais incidente, com estimativa de 78.610 novos casos anuais de 2026 a 2028.

Agência Brasil Outubro Rosa
Outubro Rosa

Outubro Rosa destaca a importância não apenas da prevenção e tratamento do câncer de mama, mas também dos desafios enfrentados após o término do tratamento. Muitas mulheres continuam lidando com o medo de recidiva e necessitam de suporte contínuo.

A psicóloga clínica Laís Mutuberria Vieira ressalta que, embora familiares celebrem a remissão, a paciente enfrenta medos e transformações que persistem. "Após a quimioterapia, inicia-se uma fase de incertezas e necessidade de reconstrução pessoal", afirma.

A psicóloga clínica Laís Mutuberria Vieira, para matéria sobre Outubro Rosa

Segundo a psicóloga, é essencial manter tanto o acompanhamento médico quanto o suporte emocional pós-tratamento, permitindo que a paciente reconstrua sua vida, mesmo com incertezas. Muitos exames de acompanhamento podem causar ansiedade e precisam ser geridos com apoio adequado.

Renata Reis Pinto, médica mastologista no Instituto Nacional de Câncer, reforça que um tratamento multidisciplinar, que englobe assistência social e psicológica, é fundamental. A psico-oncologia ajuda a lidar com o medo intenso que pode requerer intervenção adicional.

Renata Reis Pinto, médica mastologista e radiologista

A paciente Josiane Fernandes compartilha sua experiência, destacando a importância de cuidados contínuos após o término do tratamento. "O medo persiste nas consultas de rotina, e a vida após o câncer precisa ser reconstruída", relata.

Paciente Josiane Fernandes, para matéria de Outubro Rosa

O Inca estima que o câncer de mama será o tumor mais incidente entre mulheres, representando 30% dos casos, com uma previsão de 78.610 novos casos anuais de 2026 a 2028.

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Fonte: Agência Brasil