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Casos graves de covid-19 crescem em cinco estados, diz Fiocruz

Relatório aponta alta na Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em setembro e outubro.

Da Redação

07 de novembro de 2026 às 15:30 ▪ Atualizado há 19 minutos

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  • Aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil em setembro e outubro.
  • Crescimento de casos graves de covid-19 em Mato Grosso, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
  • Incidência baixa na maioria das regiões afetadas, exceto em Roraima, Sergipe e Santa Catarina, que estão em alerta.
  • Aracaju e João Pessoa apresentam tendência de crescimento a longo prazo para SRAG.
  • Vírus mais detectados: rinovírus (50,1%) e covid-19 (8,5%).
  • Covid-19 representa 24,1% dos óbitos positivos relacionados a SRAG.
  • Em 2026, foram relatadas 171.369 notificações de SRAG, com 53,3% confirmadas para vírus respiratórios.
  • Maior impacto em crianças até 2 anos e maior mortalidade em pessoas acima de 65 anos.

Agência Brasil Covid-19
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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) aumentaram no Brasil durante setembro e outubro, conforme dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O Boletim InfoGripe sinaliza crescimento de casos graves de covid-19 em Mato Grosso, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

Segundo o documento, apesar do aumento, a incidência permanece baixa em quatro dessas regiões. No entanto, Roraima, Sergipe e Santa Catarina estão em nível de alerta para SRAG, embora sem tendência de crescimento a longo prazo.

Duas capitais, Aracaju e João Pessoa, registram níveis de atividade em alerta e mostram tendência de crescimento a longo prazo, segundo a Fiocruz.

Nas últimas semanas epidemiológicas, os vírus mais detectados em casos de SRAG foram rinovírus (50,1%) e covid-19 (8,5%). Entre os óbitos, covid-19 representou 24,1% dos casos positivos.

Em 2026, foram 171.369 notificações de SRAG, com 53,3% positivas para vírus respiratórios. A Fiocruz destaca maior impacto de incidência em crianças até 2 anos e maior mortalidade em pessoas a partir de 65 anos.

Fonte: Agência Brasil



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