Saúde

PROIBIÇÃO DE PUBLICIDADE

Anvisa proíbe propaganda do medicamento Semavy

Divulgação do Semavy (semaglutida) foi vetada pela Anvisa por uso irregular.

Teresinha Ferreira

25 de setembro de 2026 às 09:37 ▪ Atualizado há 57 minutos

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  • A Anvisa proibiu a propaganda do medicamento Semavy, conhecido como caneta emagrecedora, no Brasil.
  • A decisão foi publicada no Diário Oficial da União em 25 de agosto.
  • O Semavy, baseado em semaglutida, é autorizado para tratar diabetes mellitus tipo 2, mas exige receita médica.
  • Medicamentos de tarja vermelha, como o Semavy, não podem ser divulgados ao público; a propaganda é restrita aos profissionais de saúde.
  • Anúncios do Semavy foram encontrados em aeroportos, sites e redes sociais, violando a lei.
  • A Anvisa aguarda resposta da fabricante, Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.

Agência Brasil ANVISA
ANVISA

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a propaganda do medicamento Semavy (semaglutida), conhecido como caneta emagrecedora. A decisão consta na resolução publicada nesta sexta-feira (25) no Diário Oficial da União.

O Semavy, um medicamento do tipo GLP-1, é autorizado para tratar diabetes mellitus tipo 2. Contudo, a Anvisa destacou que, sendo um produto de tarja vermelha, está sujeito à retenção de receita médica, o que proíbe sua propaganda ao público em geral.

A Anvisa ressaltou que "a propaganda de medicamentos com tarja vermelha ou preta é proibida no Brasil". A agência encontrou anúncios do produto em painéis eletrônicos no Aeroporto de Congonhas, além de divulgações no site do produto e em redes sociais.

A lei vigente no país permite publicidade apenas para medicamentos que não requerem prescrição médica. De acordo com a Anvisa, medicamentos que necessitam de prescrição (tarja vermelha ou preta) devem ser divulgados exclusivamente a profissionais de saúde autorizados a prescrevê-los.

A Agência Brasil contatou a Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A., fabricante do Semavy, esperando por sua manifestação.

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Fonte: Agência Brasil