Saúde

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Anvisa amplia controle eletrônico de receitas médicas

Sistema agora permite emissão digital de receitas controladas e amplia opções para prescritores.

Teresinha Ferreira

30 de setembro de 2026 às 14:56 ▪ Atualizado há 38 minutos

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  • A Anvisa inicia uma nova etapa no SNCR, permitindo a emissão eletrônica de receitas médicas.
  • As receitas em papel continuam válidas e a emissão digital não é obrigatória.
  • Notificações de receita, como as de cor azul e amarela, agora podem ser emitidas eletronicamente.
  • O sistema melhora o controle de receitas de controle especial e sujeitas à retenção.
  • Até 29 de outubro, coexistem receitas em papel, eletrônicas sem e com integração ao SNCR.
  • Após 30 de outubro, receitas eletrônicas devem estar integradas ao SNCR, mas o uso de papel continua permitido.
  • Profissionais usarão sistemas próprios para prescrição, que devem se integrar ao SNCR.
  • Vigilâncias sanitárias continuam responsáveis pela concessão de numerações.
  • Farmácias podem verificar receitas no SNCR para autenticidade e dados do prescritor, evitando reutilização de numerações.

Agência Brasil Controle eletrônico de receitas médicas
Controle eletrônico de receitas médicas

A partir desta quarta-feira (30), o Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR), gerido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), inicia uma nova etapa ao disponibilizar funcionalidades para a emissão eletrônica de receitas médicas.

Segundo a Anvisa, a mudança não elimina as receitas em papel, nem impõe a obrigatoriedade da emissão digital. O objetivo é ampliar as opções para prescritores, farmácias e drogarias.

Um dos destaques é a possibilidade de emitir eletronicamente notificações de receita, antes restritas ao papel, como as de cor azul e amarela. Esta etapa também melhora o controle de receitas de controle especial e receitas sujeitas à retenção, como antimicrobianos e algumas chamadas canetas emagrecedoras.

As receitas em papel continuam válidas, conforme as regras aplicáveis, reforçou a Anvisa. A transição para funcionalidades eletrônicas será gradual, respeitando a preparação de cada setor.

De acordo com a agência, até 29 de outubro, existirão três modalidades de receita: papel, eletrônicas sem integração ao SNCR e eletrônicas integradas. A partir de 30 de outubro, qualquer receita emitida eletronicamente deverá estar integrada ao SNCR, mas sem obrigatoriedade de abandonar o papel.

Conforme a Anvisa, profissionais continuarão utilizando seus sistemas para prescrição eletrônica, que devem se integrar ao SNCR. As vigilâncias sanitárias ainda são responsáveis pela concessão de numerações, sendo distintas para receitas eletrônicas e físicas.

Farmácias poderão consultar receitas no SNCR para verificar autenticidade e dados do prescritor. O registro eletrônico facilita o acompanhamento e evita a reutilização da mesma numeração.

Fonte: Agência Brasil