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TSE adia julgamento da candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado

Defesa do ex-procurador pediu adiamento; nova data será definida pelo TSE.

Teresinha Ferreira

08 de outubro de 2026 às 13:49 ▪ Atualizado há 51 minutos

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  • O TSE adiou a análise da candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado após pedido da defesa.
  • Dallagnol foi eleito com 2.904.594 votos, garantindo a segunda vaga do Paraná no Senado.
  • A candidatura é contestada pelo PT estadual devido a questões de elegibilidade.
  • Dallagnol teve seu mandato de deputado federal cassado pelo TSE em 2023.
  • A Lei da Ficha Limpa envolve sua exoneração para evitar condenação.
  • Membros do Ministério Público são inelegíveis por oito anos se perderem o cargo ou pedirem exoneração durante processos disciplinares.
  • O TRE do Paraná deferiu sua candidatura em setembro.
  • Após recurso do PT, o TSE suspendeu a campanha, mas houve disputas judiciais que marcaram reviravoltas.

Agência Brasil Deltan Dallagnol ao Senado
Deltan Dallagnol ao Senado

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou a análise da candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado, atendendo a um pedido da defesa do ex-procurador da República. A decisão veio nesta quinta-feira (8) e uma nova data de julgamento ainda será definida.

Deltan Dallagnol, do partido Novo, foi eleito com 2.904.594 votos, representando 25,14% dos votos no primeiro turno, garantindo assim a segunda vaga do Paraná no Senado.

A candidatura de Dallagnol é contestada pelo PT estadual devido a questões de elegibilidade. Em 2023, ele teve seu mandato de deputado federal cassado pelo TSE, sob alegação de exoneração para evitar possível condenação pela Lei da Ficha Limpa.

Conforme a legislação, membros do Ministério Público são considerados inelegíveis por oito anos caso percam o cargo por sentença ou peçam exoneração durante processos disciplinares. Mesmo assim, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná reconheceu sua elegibilidade e deferiu sua candidatura em setembro.

Após recurso do PT, o TSE suspendeu a campanha de Deltan. No entanto, disputas judiciais continuaram, com o ministro Floriano de Azevedo Marques indeferindo e, em seguida, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, liberando novamente a candidatura.

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Fonte: Agência Brasil