Recife (PE) – A partir do mês de março deste ano, a Sudene e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) darão início ao lançamento, em estados do Nordeste, dos projetos de proteção social relacionados ao Programa "Aprimora Rede+". A implementação vai se dar a partir de universidades da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste, em um total de seis - Universidades Federais do Maranhão, do Cariri (CE), do Recôncavo (BA), de Campina Grande (PB), Rural de Pernambuco e Rural do Vale do Jequitinhonha (MG) e Mucuri (MG). Cada núcleo vai contar com R$ 200 mil, totalizando R$ 1,2 milhão em investimentos pela Sudene.
Segundo a coordenadora-geral de Promoção do Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente da Sudene, Ludmilla Calado, o MDS já iniciou as reuniões técnicas com representantes da Sudene e das universidades, para que os cronogramas sejam alinhados. "As universidades estão se estruturando, selecionando os bolsistas, para que seja iniciada a execução dos Noscas (Núcleos de Apoio às Organizações da Sociedade Civil da Assistência Social) em março", explicou Ludmilla.
O Aprimora Rede+ conta com os eixos de Reordenamento das Provisões Socioassistenciais, articulação da Rede, fortalecimento de parcerias, educação permanente e Gestão da Informação e Acompanhamento da Rede Socioassistencial. A iniciativa é fruto de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Sudene e o MDS em setembro do ano passado. As instituições apostam na estratégia de promover uma formação continuada, aprimorando as provisões de serviços, programas e projetos executados pelas entidades e Organizações da Sociedade Civil (OSCs) no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
O foco será ampliar a cobertura e a qualificação, contribuindo para que entidades e organizações desenvolvam práticas gerenciais mais eficientes, proporcionando melhores entregas para os cidadãos. Os Noscas ficarão responsáveis pelo assessoramento técnico, contábil e orientação jurídica
O superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, destaca a importância do programa para "proporcionar uma capacitação técnica de qualidade, qualificando as entidades e chegando a quem realmente necessita da rede de proteção social, contribuindo para a redução das desigualdades".
Fonte: Ascom Sudene