Política

STF E PARECER

Moraes solicita parecer da PGR sobre visitas a Bolsonaro

Proibição de visitas surgiu após Flávio Bolsonaro divulgar carta do ex-presidente nas redes sociais.

Teresinha Ferreira

04 de agosto de 2026 às 15:30 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Alexandre de Moraes, ministro do STF, deu 5 dias para a PGR se manifestar sobre o recurso contra restrições a Bolsonaro.
  • Bolsonaro está proibido de receber visitas por 30 dias e de usar a internet, mesmo por terceiros.
  • Restrição foi aplicada após Flávio Bolsonaro compartilhar uma carta nas redes sociais.
  • Ex-presidente está impedido de qualquer atividade ou visita de cunho político-eleitoral até as eleições de outubro.
  • Defesa de Bolsonaro alega que as restrições violam direitos de pensamento e manifestação.
  • Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses por envolvimento em trama golpista.
  • Após cirurgia e tratamento de pneumonia, Bolsonaro está em prisão domiciliar.

Agência Brasil Proibição de Jair Bolsonaro  receber visitas
Proibição de Jair Bolsonaro receber visitas

Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o recurso contra a decisão que proibiu Jair Bolsonaro de receber visitas na prisão domiciliar por 30 dias.

A medida foi tomada mês passado após Flávio Bolsonaro, senador pelo PL-RJ, compartilhar nas redes sociais uma carta escrita por seu pai. A decisão também impede que Bolsonaro utilize a internet, mesmo através de terceiros.

Além disso, Moraes determinou que o ex-presidente está impedido de receber visitas com qualquer objetivo político-eleitoral até o término das eleições de outubro.

Segundo a mesma decisão, Bolsonaro não pode divulgar manifestos político-eleitorais, nem mesmo por meio de terceiros.

No recurso ao STF, a defesa alega que as restrições violam seus direitos de pensamento e manifestação.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses por envolvimento em trama golpista. Após uma cirurgia, obteve direito a prisão domiciliar para tratar de uma pneumonia bacteriana.

Fonte: Agência Brasil