Política

Tratamento de saúde de Lula

Lula começa radioterapia após retirar lesão no couro cabeludo

Presidente segue com atividades diárias e acompanhamento médico durante sessões preventivas de radioterapia.

Da Redação

25 de maio de 2026 às 17:48 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O presidente Lula iniciou tratamento de radioterapia no couro cabeludo.
  • A radioterapia é preventiva, após retirada de uma lesão em abril.
  • Serão 15 sessões, realizadas em três semanas.
  • As sessões duram cerca de dois minutos cada.
  • Lula segue suas atividades diárias normalmente.
  • O tratamento segue recomendação médica após retirada de carcinoma basocelular.
  • O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele e tem alto índice de cura se detectado precocemente.
  • O procedimento e acompanhamento médico são liderados pela equipe do Hospital Sírio-Libanês.

Lula começa radioterapia após retirar lesão no couro cabeludo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) tratamento de radioterapia no couro cabeludo. A medida preventiva ocorre após retirada, em 24 de abril, de uma lesão na pele, no Hospital Sírio-Libanês em Brasília, e incluirá 15 sessões.

Segundo o hospital, Lula seguirá com suas atividades diárias sem restrições, sob acompanhamento das equipes médicas lideradas pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pela médica Ana Helena Germoglio. As sessões ocorrerão durante três semanas, com cerca de dois minutos cada.

Nesta manhã, mesmo com o início do tratamento, o presidente mantém compromissos no Palácio do Planalto, incluindo evento com representantes de países africanos.

A radioterapia preventiva é realizada após um procedimento cirúrgico em abril, realizado em São Paulo, para retirada de um carcinoma basocelular no couro cabeludo. A cirurgia ocorreu sem intercorrências, e Lula teve alta no mesmo dia.

O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele, geralmente ligado à exposição solar. Trata-se de uma lesão de crescimento lento, com altos índices de cura quando diagnosticada precocemente.

O boletim médico desta segunda-feira é assinado pelo diretor de Governança Clínica do Sírio-Libanês, Rafael Gadia, e pelo diretor clínico, Volney Vilela.

Fonte: Agência Brasil



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