GREVE

Greve da Educação Municipal de Teresina continua com ocupação no plenário da Câmara

O Sindicato dos(as) Servidores(as) Públicos(as) Municipais de Teresina (SINDSERM) assegura que o projeto 64/2020, enviado pelo prefeito Firmino Filho (PSDB), foi considerado inconstitucional


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Greve Foto: Ascom

A Greve da Educação Municipal, iniciada no dia 10 de março, continua por tempo indeterminado. A categoria exige que o reajuste do piso seja feito de forma integral como prevê a Lei Federal 11.738/2008. Os professores ocupam desde ontem o plenário da Câmara Municipal e continuam no prédio de forma pacífica. 

O Sindicato dos(as) Servidores(as) Públicos(as) Municipais de Teresina (SINDSERM) assegura que o projeto 64/2020, enviado pelo prefeito Firmino Filho (PSDB), foi considerado inconstitucional de acordo com estudo feito por técnicos legislativos da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

A diretoria do SINDSERM Teresina confirma a continuidade da greve por tempo indeterminado e a manutenção do acampamento na Câmara Municipal com Assembleias diárias, sempre às 8h da manhã. O movimento permanece até que o prefeito de Teresina receba a Comissão de Negociação para garantir o cumprimento da Lei que determina reajuste de 12,84%, bem como um calendário de reuniões para discutir a pauta de reivindicações do conjunto dos servidores municipais de Teresina, que não tiveram reajuste no ano de 2019, caracterizando o descumprimento do artigo 37 da Constituição Federal. Por este motivo, o SINDSERM informa ainda que a Greve Geral do Serviço Público Municipal, com todos os servidores municipais, iniciará no dia 18 de março para exigir o cumprimento da Constituição Federal.

Fonte: Ascom Sindserm

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