Política

DECISÃO STF

Fachin devolve caso do INSS a Mendonça e retém investigação do Master

Decisão remove termo, mas Fachin mantém relatoria do Master por 90 dias.

Teresinha Ferreira

30 de outubro de 2026 às 00:48 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Edson Fachin, presidente do STF, devolveu a relatoria das investigações sobre descontos ilegais no INSS ao ministro André Mendonça.
  • Fachin considerou que não há motivos para manter o caso sob sua supervisão.
  • Mendonça havia sido afastado da relatoria devido a liminares relacionadas a uma investigação sobre Alexandre de Moraes.
  • No que tange ao Banco Master, Fachin manteve a relatoria temporária por 90 dias.
  • O caso do Banco Master envolve membros do STF, por isso não será redistribuído.
  • A decisão de Fachin aguarda aprovação do plenário.
  • Durante o período, Fachin cuidará de decisões urgentes solicitadas pela PF ou PGR.

Agência Brasil Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)
Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)

Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou a devolução da relatoria das investigações sobre descontos ilegais no INSS ao ministro André Mendonça. A decisão ocorreu nesta quinta-feira (29).

Fachin considerou que não há mais motivo para que o caso permaneça sob sua supervisão. Anteriormente, em setembro, Mendonça havia sido afastado da relatoria devido a uma série de liminares relacionadas a um pedido de investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. O pedido surgiu após a Polícia Federal (PF) ter encontrado mensagens no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro mencionando Moraes.

No que diz respeito ao Banco Master, Fachin optou por manter a relatoria temporária por 90 dias, período iniciado em 12 de setembro. O presidente do STF avaliou que o caso não deve ser distribuído entre outros ministros, uma vez que envolve membros da própria Corte.

A investigação relacionada ao Banco Master havia sido retirada de Mendonça durante uma crise interna no STF.

A decisão de Fachin ainda precisa de aprovação do plenário, cuja data de julgamento não foi determinada.

Durante o período em que o caso Master permanecer com o presidente, Fachin será responsável por tomar decisões urgentes solicitadas pela PF ou pela Procuradoria-Geral da República (PGR), incluindo pedidos de revogação de prisões e autorizações de diligências.

Fonte: Agência Brasil



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