Polícia

CRIME CONTRA CRIANÇAS

Fotógrafo é preso suspeito de armazenar arquivos de abuso sexual infantil até da própria família

Polícia apreendeu computador, celular e câmera fotográfica durante operação em Jardim do Mulato

Da Redação

14 de maio de 2026 às 13:15 ▪ Atualizado há 1 hora

Ver resumo
  • Um fotógrafo foi preso em Jardim do Mulato por suspeita de armazenamento de conteúdo de abuso sexual infantil.
  • Mais de 500 fotos e vídeos foram encontrados, incluindo imagens de familiares do suspeito.
  • A investigação foi conduzida pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).
  • Equipamentos eletrônicos do suspeito, como computador, celular e câmera, foram apreendidos.
  • O homem foi levado para a Central de Flagrantes e os materiais serão analisados pela DPCA.
  • A polícia não divulgou detalhes sobre vítimas ou possíveis outros envolvidos.

Fotógrafo é preso suspeito de armazenar mais de 500 arquivos de abuso sexual infantil no Piauí | Foto: PCPI
Fotógrafo é preso suspeito de armazenar mais de 500 arquivos de abuso sexual infantil no Piauí | Foto: PCPI

Um fotógrafo, que não teve a identidade divulgada, foi preso na noite de quarta-feira (13) no município de Jardim do Mulato, suspeito de armazenar mais de 500 fotos e vídeos de abuso e exploração sexual infantil. Segundo a polícia, parte das imagens encontradas seria de familiares do investigado.

Segundo a Gerência de Operações e Investigações Criminais (GOIC), a prisão ocorreu após investigação conduzida pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

De acordo com a polícia, durante as apurações foi identificado que o suspeito mantinha centenas de arquivos com conteúdo relacionado à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Durante o cumprimento dos mandados de prisão e de busca e apreensão, os policiais apreenderam equipamentos eletrônicos utilizados pelo suspeito, entre eles computador, celular e câmera fotográfica.

O homem foi encaminhado para a Central de Flagrantes. Já os materiais apreendidos serão analisados pela DPCA, que continuará investigando o caso.

A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre possíveis vítimas nem informou se outras pessoas podem estar envolvidas no crime.

Fonte: Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).



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