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Entidades apoiam suspensão de transmissões ao vivo no Discord

Medida é vista como necessária para prevenir crimes em ambiente digital

Teresinha Ferreira

18 de agosto de 2026 às 18:28 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Carta de 67 entidades apoia suspensão de transmissões ao vivo no Discord pela ANPD.
  • Suspensão visa mitigar riscos sem afetar serviços gerais.
  • Retorno das lives depende de medidas preventivas do Discord contra crimes virtuais.
  • Ação busca combater violência e coação de menores, exemplificado pelo caso de suicídio em MS.
  • Decisão faz parte de uma investigação maior com a Polícia Civil em oito estados.
  • Crimes investigados incluem crueldade contra animais e automutilação entre menores.
  • Entidades defendem relatórios semestrais das plataformas sobre riscos e moderação.
  • Documento assinado por grupos como Coalizão Direitos na Rede e Instituto Alana.
  • Manifesto solicita que o Discord demonstre eficácia em proteger usuários jovens.

Agência Brasil Discord
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Uma carta assinada por 67 entidades da sociedade civil manifesta apoio à decisão da ANPD de suspender transmissões ao vivo no Discord, destacando que a ação é proporcional aos riscos identificados.

A medida, segundo as entidades, restringe temporariamente apenas uma função específica, sem prejudicar outros serviços da plataforma. A retomada dependerá da capacidade do Discord em prevenir crimes virtuais.

A sanção pela ANPD visa a combater violência e coação de menores, como em um caso de suicídio de uma adolescente de 13 anos em Naviraí (MS). A suspensão das lives no Discord já está em vigor.

O manifesto também critica a polarização política em torno da decisão, ressaltando que não é uma ação isolada, mas parte de uma investigação maior em colaboração com a Polícia Civil em oito estados.

Crimes investigados incluem recrutamento de menores para crueldade contra animais e automutilação, segundo o Ministério da Justiça. As entidades apoiam relatórios semestrais de plataformas sobre riscos e moderação.

Assinam o documento, entre outros, a Coalizão Direitos na Rede, Instituto Alana e Conselho Federal de Psicologia. O texto finaliza pedindo ao Discord que comprove sua eficácia na proteção dos usuários jovens.

Fonte: Agência Brasil