Polícia

ASSÉDIO SEXUAL NO CORPO DE BOMBEIROS

Coronel do Corpo de Bombeiros é denunciado por assédio sexual

Lauro César Botto Maia é acusado de ameaçar sargentos e enviar mensagens inapropriadas.

Teresinha Ferreira

06 de agosto de 2026 às 10:14 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O coronel Lauro César Botto Maia, do Corpo de Bombeiros, foi denunciado por assédio sexual e ameaças contra quatro sargentos.
  • A denúncia e o pedido de prisão preventiva foram feitos pelo Ministério Público do Rio de Janeiro e aceitos pela Justiça Militar.
  • As acusações envolvem o envio de mensagens inadequadas para uma subordinada entre 2024 e 2025.
  • Em 2026, o coronel teria usado um pseudônimo para tentar influenciar e intimidar as testemunhas.
  • Medidas cautelares foram determinadas, incluindo a suspensão do porte de arma e proibição de contato com as vítimas.

Agência Brasil Coronel do Corpo de Bombeiros é denunciado por assédio sexual

A 1ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria da Justiça Militar denunciou o coronel do Corpo de Bombeiros Lauro César Botto Maia por assédio sexual. A denúncia, feita na terça-feira (4), aponta que o coronel teria ameaçado quatro sargentos que são testemunhas de uma investigação interna.

Segundo o Ministério Público, o pedido de prisão preventiva do coronel foi submetido ao Juízo da Auditoria da Justiça Militar e a denúncia aceita pela Justiça na quarta-feira (5). O juiz responsável, Carlos Eduardo Carvalho de Figueiredo, argumentou que a acusação possui prova mínima suficiente para prosseguimento.

O caso envolve uma denúncia, registrada em julho pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Rio de Janeiro (Gaesp), em que o coronel é acusado de enviar mensagens inadequadas entre o final de 2024 e julho de 2025 a uma subordinada, visando favorecimento sexual.

Conforme o MPRJ, em 29 de junho de 2026, o coronel teria enviado mensagens anonimamente, sob o pseudônimo "Marcos João", tentando influenciar o depoimento das sargentos e sugerindo reavaliação de suas posições. As mensagens visavam intimidar as vítimas, agravadas pela hierarquia militar.

A Justiça determinou medidas cautelares, incluindo suspensão do porte de arma do acusado, proibição de contato com as vítimas e ingresso no quartel.

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Fonte: Agência Brasil