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EDUCAÇÃO E SAÚDE MENTAL

MPPI recomenda restrição de celulares em escolas de Guaribas

Medida visa proteger saúde mental de alunos, conforme Lei Federal nº 15.100/2025.

Teresinha Ferreira

17 de agosto de 2026 às 12:21 ▪ Atualizado há 41 minutos

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  • O Ministério Público do Piauí recomendou que Guaribas regule o uso de celulares nas escolas, baseado na Lei Federal nº 15.100/2025.
  • A iniciativa visa diminuir impactos negativos à saúde mental, como ansiedade e nomofobia.
  • A recomendação pede que uma norma seja publicada em 30 dias úteis com restrições e exceções claras.
  • Exceções devem considerar situações pedagógicas, acessibilidade e saúde.
  • Escolas devem atualizar seus Regimentos Internos e Projetos Político-Pedagógicos.
  • A recomendação sugere ações psicossociais e espaços de escuta ativa nas escolas.
  • Propõe cooperação entre Secretarias de Educação e Saúde para campanhas informativas e assistência.
  • Solicita formação continuada para educadores sobre sofrimento psíquico e educação digital.
  • Guaribas deve responder ao MPPI sobre as medidas dentro do prazo ou poderá enfrentar ações judiciais.

Ministério Público do Piauí (MPPI) Restrição de celulares em escolas
Restrição de celulares em escolas

O Ministério Público do Piauí (MPPI) recomendou que a Prefeitura e a Secretaria Municipal de Educação de Guaribas regulamentem o uso de celulares nas escolas, com base na Lei Federal nº 15.100/2025. A iniciativa, liderada pela Promotoria de Justiça de Caracol, busca mitigar impactos negativos à saúde mental dos estudantes, como ansiedade e nomofobia.

Registrada na Recomendação Ministerial nº 08/2026, a orientação exorta os gestores a publicarem uma norma em 30 dias úteis, especificando restrições e exceções para o uso de aparelhos durante aulas e intervalos. Situações pedagógicas, acessibilidade e condições de saúde devem ser consideradas para exceções ao regulamento.

A recomendação também sugere que escolas atualizem seus Regimentos Internos e Projetos Político-Pedagógicos. Além disso, incentiva o desenvolvimento de ações psicossociais, incluindo espaços de escuta ativa para alunos e profissionais enfrentando problemas mentais.

O MPPI propõe a cooperação entre as Secretarias de Educação e Saúde para realizar campanhas informativas e definir a assistência especializada. A criação de um cronograma de formação continuada para educadores também é solicitada, visando identificar sinais de sofrimento psíquico e integrar a educação digital aos currículos.

Guaribas deve responder ao MPPI dentro do prazo estabelecido sobre as medidas implantadas. O não cumprimento desta recomendação pode resultar em ações judiciais para assegurar o direito à educação e à proteção integral, incluindo responsabilização por improbidade administrativa.

Fonte: Ministério Público do Piauí (MPPI)