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PROTESTOS NA FRANÇA

França proíbe protestos ilegítimos para reforçar segurança

Macron anuncia ações contra grupos considerados perigosos antes de novo protesto

Teresinha Ferreira

22 de outubro de 2026 às 08:32 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Emmanuel Macron anunciou a proibição de protestos "ilegítimos" por motivos de segurança.
  • A decisão visa proteger estabelecimentos comerciais e ocorreu após reunião com inteligência e ministros.
  • Macron mencionou a "ultraesquerda" envolvida em desordens e furtos, qualificando-os como "sediciosos".
  • O governo planeja rotas alternativas para manifestações sindicais para reduzir tensões.
  • Sébastien Lecornu instou partidos a escolherem entre violência e apoio à República.
  • Estimativas apontam prejuízos em cerca de 3 mil lojas devido aos tumultos.
  • Comerciantes mostraram preocupação com mais distúrbios previstos para sábado.
  • Autoridades reforçarão a segurança com dispositivos policiais, blindados e unidades de elite.
  • Foi restabelecido o recolher obrigatório, resultando em mais de 170 prisões.

Agência Brasil França proíbe protestos
França proíbe protestos

O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou a proibição de protestos considerados "ilegítimos" nos próximos dias. A decisão veio após reunião com representantes dos serviços de inteligência e ministros, visando proteger estabelecimentos comerciais de possíveis conflitos.

Macron destacou o envolvimento de grupos de extrema-esquerda, chamados de "sediciosos", nos recentes desacatos e furtos ocorridos em diversas cidades. O presidente os classificou como "ultraesquerda de extrema periculosidade" e os acusou de tentar "derrubar a República".

Para manifestações organizadas por sindicatos, o governo planeja definir trajetos alternativos. Esta medida busca reduzir a tensão, especialmente após confrontos urbanos em 17 de outubro.

Sébastien Lecornu, primeiro-ministro, pediu que partidos escolham "entre a violência e a República", isolando críticas ao partido de extrema-esquerda A França Insubmissa.

Com estimativas de prejuízos em cerca de 3 mil lojas devido aos distúrbios, comerciantes demonstram preocupação com o que pode ocorrer no próximo sábado. "A preocupação é máxima", resumiu Pierre Bosche, presidente da Confederação dos Comerciantes da França.

As autoridades prometem reforçar a segurança com um grande dispositivo policial, incluindo veículos blindados e unidades de elite. O recolher obrigatório foi restabelecido em várias cidades, resultando em mais de 170 prisões.

Fonte: Agência Brasil



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