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Por que viajar em opções clandestinas nunca é uma boa ideia?

Apesar das aparentes “vantagens” os transportadores clandestinos não conseguem oferecer uma estrutura de completa segurança


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Viagem Foto: Divulgação

Seguindo todas as normas de regulamentação, empresas que fazem o transporte rodoviário de passageiros, como a Viação Kaissara, devem adotar uma série de práticas para garantir a segurança durante toda a viagem. Algumas ações que são resultado de políticas internas e normativas, mas todas são fundamentais para a segurança dos profissionais e dos passageiros.

O transporte clandestino é aquele que não tem autorização dos órgãos oficiais e reguladores para realizar viagens com passageiros pagantes. Há diferentes tipos de serviços clandestinos de transporte, como carros, vans e ônibus. Para identificar um serviço de transporte clandestino, basta identificar o meio pelo qual as passagens são vendidas e pelo preço praticado, normalmente menor que o serviço de transporte regular.

Apesar das aparentes “vantagens” os transportadores clandestinos não conseguem oferecer uma estrutura de completa segurança como as empresas regulamentadas. Entenda porque viajar em opções clandestinas nunca é uma boa ideia:

1. Ausência de treinamento dos condutores. Por determinação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), para ser motorista de transporte regular rodoviário, os motoristas devem fazer um curso especializado para o transporte de passageiros, além de passarem por diversas atualizações periódicas. Empresas sérias e comprometidas com a segurança dos passageiros operam dentro da legalidade e estimulam capacitações para aperfeiçoar o trabalho dos seus profissionais.

2. Ausência de manutenção preventiva dos veículos. A checagem periódica dos componentes dos veículos é obrigatória para empresas de transporte coletivo regulamentadas. Essa ação é usada para acompanhar parâmetros capazes de indicar a necessidade de ajustes e troca de peças, antes que algo falhe definitivamente e provoque acidentes.

3. Ausência de etilômetro pré-jornada. Todo motorista de empresa devidamente regulamentada passa por um teste que verifica o não consumo de álcool e por testes toxicológicos periódicos ou randômicos antes das viagens. Também de acordo com a Abrati, nas empresas que adotam essas práticas, houve redução de 90% na ocorrência de acidentes com vítimas.

4. Ausência de cuidados preventivos com a saúde dos motoristas. Além da atualização periódica de qualificação dos motoristas, empresas sérias também cuidam dos profissionais em termos de saúde preventiva e programas de qualidade do sono. Um levantamento da Abrati (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros) revela que empresas que adotaram programas específicos de medicina do sono reduziram em 100% os acidentes noturnos graves por sonolência.

5. Ausência de apoio em viagens longas. Empresas regulamentadas sérias oferecem serviço de apoio a motoristas e passageiros durante viagens longas. Esse compromisso viabiliza condições de descanso e segurança aos profissionais que conduzem os ônibus e garante segurança aos passageiros. 

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