COVID-19

Número de pessoas infectadas por COVID-19 pode aumentar até 80% após a realização de festa

Em Parauapebas, no Pará, foi testada mais de 36 mil pessoas pelo método PCR, e quando há festas, o número de testes positivos passa de 20% para 37% do total de positivos, no período posterior aos eventos


Coronavirus

Coronavirus Foto: David Mercado/Reuters

Eventos sociais como festas, em que as pessoas relaxam os cuidados e a prevenção contra a COVID-19, têm um impacto muito grande na disseminação do coronavírus. É o que demonstram as estatísticas da Testes Moleculares, com base nos dados da testagem em massa da população de Parauapebas, no Pará, onde a empresa já realizou mais de 36 mil testes, em um programa realizado em parceria com a Prefeitura local e com o apoio do setor privado.

"Constatamos que o índice de pessoas que apresentam o vírus Sars-CoV-2 quase chega a duplicar nos dias posteriores à realização de festas, com o número de positivos passando de 20% para 37% do total", relata a Dra. Alexandra Reis, diretora Científica da Testes Moleculares. Ela explica que a disseminação acaba tendo um impacto geral junto à população, e o número de contaminados multiplica-se rapidamente.

No caso de Parauapebas, por ser uma cidade com cerca de 200 mil habitantes, foi possível cruzar as informações relativas a festas, que são compartilhadas pelas redes sociais, ao aumento do número de contaminados. "O fato de estarmos realizando os testes pelo método RT-PCR, que detecta o vírus desde o primeiro dia, permite identificar a contaminação a partir do momento em que ela ocorre", destaca a diretora Científica da Testes Moleculares.

Em Parauapebas, o programa já chegou a 15% da população. "Com a testagem em massa, principalmente em localidades menores, é possível identificar o caminho que o vírus percorre e até mesmo como o comportamento das pessoas influencia nessa disseminação", acrescenta a Dra Alexandra Reis.

Ela destaca ainda que um grande risco é a contaminação por assintomáticos. "Como muitas pessoas acham que não são transmissoras, pois não têm sintomas, isto pode ser um sinal verde para que assintomáticos relaxem quanto à prevenção e contribuam para que a pandemia siga em ritmo galopante, principalmente no momento em que o País atinge mais de 2,0 milhões de contaminados", alerta a diretora Científica da Testes Moleculares, ao lembrar que, segundo publicações científicas, até 41% da população podem estar infectados e são assintomáticos. "Por isso, é fundamental a testagem em massa, e pelo método PCR, para que seja possível identificar as pessoas portadoras do vírus e isolá-las, pois esta é a única forma do País ter um controle epidemiológico", conclui.

A Testes Moleculares está à frente do maior programa de testagem em massa pelo método PCR molecular em andamento realizado em um único município, com previsão de testar metade da população local.

O modelo de atuação da Testes Moleculares tem potencial para realizar mais de 100 mil testes por dia, de acordo com cronograma de montagem e entrega das unidades, em qualquer região do País, e com divulgação de resultados por meio de aplicativo. É a única empresa no Brasil com essa capacidade para testes em massa pela metodologia PCR molecular.

Sobre a Testes Moleculares

A Testes Moleculares é uma empresa de biomedicina, com perfil científico e que busca a fusão entre Saúde e Tecnologia. É a única empresa hoje com capacidade para realizar testes PCR em massa, em qualquer localidade do País, com precisão de quase 100% nos resultados e entrega no mesmo dia. Conta com um time de dezenas de especialistas da área de saúde como biologia molecular, saúde pública e infectologia, dirigidos pela Dra. Alexandra Reis, que tem participação em diversos projetos de saúde, públicos e privados (FINEP), Ph.D. em vírus respiratórios pela USP, Pós-Doutorada em Biologia Molecular.

A Testes Moleculares tem 10 anos de atuação na área de Biomedicina, e foi incorporada pelo grupo ETG - multinacional especializada em Tecnologia e Soluções de produção, com mais de 15 anos de experiência no mercado nacional e internacional. É presidida por Gabriel Rodrigues, empreendedor especializado em Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento, e também fundador do Grupo ETG.

Fonte: Fábio Aguiar

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