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SUSTENTABILIDADE

Mais de 3 mil urnas eletrônicas do Piauí vão para descarte ambiental correto

Os equipamentos dos modelos 2010 e 2011 atingiram o tempo limite de uso; processo de reciclagem inclui a trituração de componentes e reaproveitamento de materiais

Da Redação

01 de maio de 2026 às 08:42 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Justiça Eleitoral do Piauí recolheu 3.039 urnas eletrônicas obsoletas de modelos 2010 e 2011.
  • O recolhimento aconteceu entre 27 e 28 de abril de 2026 e incluía cerca de 1.800 baterias de chumbo-ácido.
  • O descarte foi motivado pelo fim do ciclo de vida útil, geralmente após dez anos ou seis eleições.
  • As urnas foram enviadas para descaracterização e reciclagem, seguindo normas ambientais e de segurança.
  • O processo foi monitorado por uma comissão do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI).
  • Os componentes são separados e reciclados, atendendo à Política Nacional de Resíduos Sólidos.
  • A operação garante a sustentabilidade e segurança do processo eleitoral.
  • Em Teresina, as atividades ocorreram no Novo Fórum Eleitoral com auxílio técnico.

Urna eletrônica
Urna eletrônica

A Justiça Eleitoral do Piauí iniciou o recolhimento de 3.039 urnas eletrônicas que atingiram o ciclo final de vida útil no estado. A operação, realizada entre os dias 27 e 28 de abril de 2026, retirou de circulação 2.127 aparelhos do modelo 2010 e 912 do modelo 2011, além de aproximadamente 1.800 baterias de chumbo-ácido. 

O descarte é motivado pelo tempo médio de uso desses equipamentos, que é de dez anos ou cerca de seis eleições.

O material recolhido no Piauí foi enviado para descaracterização e reciclagem, seguindo normas de preservação ambiental e segurança. Todo o processo é monitorado por uma comissão especial do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PI), que acompanha desde a leitura patrimonial dos itens via sistema RFID até a pesagem e o lacre dos caminhões de transporte. 

Os componentes são desmontados, moídos e separados por tipo — como metal, plástico e borracha — para serem reinseridos na cadeia produtiva como matéria-prima.

A destinação correta dos equipamentos atende à Política Nacional de Resíduos Sólidos e aos objetivos de sustentabilidade da Justiça Eleitoral. Além de garantir que os materiais não agridam o meio ambiente, a medida assegura a segurança do processo eleitoral, exigindo que a empresa contratada comprove que todos os artefatos foram efetivamente reciclados e descaracterizados. Em Teresina, as atividades foram centralizadas no Novo Fórum Eleitoral, com o suporte de técnicos de manutenção e logística da instituição.

Fonte: TRE-PI