Esportes

DESENVOLVIMENTO ESPORTIVO

Brasil define diretrizes para fortalecer o futebol feminino

Lei prioriza igualdade de gênero, combate à discriminação e profissionalização.

Teresinha Ferreira

29 de setembro de 2026 às 08:08 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Publicação de diretrizes legais permanentes para o futebol feminino no Brasil.
  • Estabelecimento do futebol feminino como prioridade na política esportiva nacional.
  • Objetivo de ampliar a participação de mulheres e fortalecer a profissionalização das competições.
  • Inclusão de medidas de proteção para atletas, como segurança e direitos relacionados à gravidez e maternidade.
  • Garantia de direitos esportivos para meninas e mulheres, com ênfase na igualdade salarial.
  • Incentivo à presença feminina em cargos de gestão e arbitragem.
  • Promoção de cooperação entre entidades governamentais e esportivas.
  • Papel do Ministério do Esporte de promover condições favoráveis, com foco na formação esportiva e apoio a competições.
  • Parcerias entre escolas, universidades e clubes para desenvolver talentos.
  • Restrição gradual da inscrição de atletas não profissionais em competições oficiais.
  • Exigência de protocolos da CBF e clubes para combater discriminação e violência contra as mulheres.
  • Implementação de programas permanentes pelas entidades esportivas.
  • Elaboração de um plano de legado para a Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil, visando fomentar participação e sustentabilidade.

Agência Brasil Futebol feminino
Futebol feminino

O futebol feminino no Brasil ganha um impulso com a publicação de diretrizes legais permanentes para o desenvolvimento da modalidade. A nova lei, inserida no Diário Oficial da União, estabelece o futebol feminino como uma prioridade na política esportiva nacional.

As diretrizes visam ampliar a participação de mulheres nos esportes, fortalecer a profissionalização das competições e promover a equidade, considerando desigualdades territoriais e socioeconômicas. Além disso, a lei estipula medidas de proteção para as atletas, incluindo segurança e direitos relacionados à gravidez e maternidade.

A legislação destaca objetivos como garantir o direito ao esporte para meninas e mulheres, incentivar a igualdade salarial e ampliar a presença feminina em cargos de gestão e arbitragem. Promover cooperação entre entidades governamentais e esportivas também é uma meta.

Ao Ministério do Esporte, caberá promover condições favoráveis para o setor, com ações que incluem estímulo à formação esportiva e apoio a competições. Parcerias entre escolas, universidades e clubes devem fomentar o desenvolvimento de talentos.

A lei estabelece limites para a inscrição de atletas não profissionais em competições oficiais, visando à profissionalização gradual. No cronograma, o governo deverá reduzir esses limites progressivamente.

Além disso, o texto exige da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e clubes protocolos para combater discriminação e violência contra as mulheres. Entidades esportivas deverão implementar programas permanentes nesse sentido.

Com a Copa do Mundo Feminina de 2027 prevista para o Brasil, a lei também prevê um plano de legado alinhado às estratégias nacionais para o futebol feminino, buscando fomentar a participação e a sustentabilidade econômica no esporte.

Fonte: Agência Brasil