Em 2026, várias instituições de ensino superior tradicionais de São Paulo anunciaram proibição ou forte restrição ao uso de celulares, tablets e laptops durante as aulas, uma medida que tem gerado debates entre alunos, professores e especialistas em educação.
A decisão foi adotada por grandes instituições privadas como o Insper, a Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que iniciaram o primeiro semestre com essas novas regras.
Segundo as diretrizes internas adotadas pelas universidades, o uso de smartphones e outros dispositivos eletrônicos não será permitido em sala de aula durante a maior parte das aulas. A única exceção ocorre quando o professor autoriza o uso para fins pedagógicos específicos, como atividades de pesquisa ou tarefas que dependam diretamente da tecnologia; o aparelho só deve ser usado quando houver propósito didático definido pela disciplina.
A justificativa das IES (Instituições de Ensino Superior) concentra-se em melhorar o foco, a atenção e a participação dos estudantes nas aulas. Argumenta-se que notificações constantes, redes sociais e outras distrações eletrônicas prejudicam a aprendizagem e a interação em sala.
Não existe uma lei federal que obrigue restrições de celulares no ensino superior — a proibição em instituições de São Paulo foi adotada por iniciativa própria das universidades, em um movimento que acompanha, em parte, o que já ocorreu desde 2025 na educação básica com proibição legal nas escolas públicas e privadas do país.
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