SETOR SERVIÇOS
Teresinha Ferreira
10 de setembro de 2026 às 10:34 ▪ Atualizado há 46 minutos
O setor de serviços, que é o maior empregador da economia, apresentou estabilidade na transição de junho para julho, registrando variação nula de 0%. Este resultado é parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Ainda assim, o setor, que engloba atividades como transporte, turismo, restaurantes, salão de beleza, internet e tecnologia da informação, acumula uma alta de 1,9% no ano e de 2,4% em 12 meses. Essa trajetória representa uma desaceleração, já que o acumulado até junho era de 2,6%.
O desempenho em julho deixa os serviços 0,2% abaixo do maior patamar já registrado, alcançado em outubro de 2025. Na comparação mensal, quatro das cinco atividades avaliadas pelo IBGE mostraram crescimento: serviços prestados às famílias (0,5%), serviços de informação e comunicação (-2,5%), serviços profissionais e administrativos (0,6%), transportes, armazenagem e correio (0,4%) e outros serviços (0,7%).
Apesar de serem classificados como atividade de serviços, os bancos não são incluídos na pesquisa do IBGE. O índice de atividades turísticas (Iatur), também parte do levantamento, mostrou uma expansão de 2,7% em julho em relação ao mês anterior, enquanto a alta acumulada em 12 meses foi de 0,6%.
As atividades de turismo atualmente estão 9,4% acima do nível pré-pandemia, registrado em fevereiro de 2020, mas 3,8% abaixo do pico em dezembro de 2024. O Iatur cobre 22 das 166 atividades de serviços analisadas, incluindo hotéis, agências de viagens, bufê e transporte aéreo de passageiros.
Informações da pesquisa são divulgadas para 17 unidades da federação, incluindo Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e outros.
Fonte: Agência Brasil