Economia

ECONOMIA

Desemprego atinge 5,6% e marca mínima histórica até maio

Taxa de desocupação cai para 5,6% no trimestre encerrado em maio, segundo IBGE.

Teresinha Ferreira

26 de junho de 2026 às 09:53 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,6% no trimestre encerrado em maio, a menor desde 2012.
  • Comparada ao trimestre anterior, houve uma redução de 5,8% para 5,6%.
  • Em relação ao mesmo período de 2025, a taxa era de 6,2%.
  • O número de desocupados foi de 6,1 milhões, estável em relação ao trimestre anterior e 9,3% menor que o ano passado (6,7 milhões).
  • Segundo o analista William Kratochwill, o mercado de trabalho mostra aquecimento e expansão.
  • A população ocupada aumentou para 102,7 milhões, com 558 mil novos empregados.
  • A taxa de informalidade foi de 37,3%, uma ligeira diminuição em relação ao ano anterior (37,8%).
  • 66,6% dos trabalhadores contribuíram para a previdência, totalizando 68,4 milhões de pessoas.
  • O rendimento médio mensal foi de R$ 3.726, um pouco menor que o trimestre anterior, mas 4% maior que no ano passado, ajustado pela inflação.

Desemprego atinge 5,6% e marca mínima histórica até maio

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio caiu para 5,6%, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este é o menor índice para o período desde o início da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua em 2012.

O resultado representa uma redução em relação ao trimestre móvel anterior, quando a taxa era 5,8%. Em comparação ao mesmo período de 2025, o índice era de 6,2%. O país tinha 6,1 milhões de desocupados, mantendo-se estável em relação ao trimestre anterior e apresentando uma diminuição de 9,3% em comparação ao ano anterior, quando eram 6,7 milhões.

Segundo o analista da pesquisa, William Kratochwill, o desempenho indica que "o mercado mantém uma tendência estrutural de aquecimento e expansão na absorção de mão de obra". A população ocupada foi de 102,7 milhões no trimestre, crescendo 0,5% em relação ao período anterior, com mais 558 mil pessoas empregadas.

A taxa de informalidade ficou em 37,3%, abrangendo 38,3 milhões de trabalhadores. Comparando com o ano anterior, quando era 37,8%, verifica-se uma leve diminuição. O IBGE classifica como informais os trabalhadores empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ, que não têm acesso a benefícios como seguro-desemprego.

A pesquisa também mostrou que 66,6% dos trabalhadores contribuíram para a previdência, equivalente a 68,4 milhões de pessoas no período analisado. Entre eles estão empregados, empregadores e trabalhadores por conta própria, que contribuem para institutos federais, estaduais ou municipais.

O rendimento médio mensal dos trabalhadores foi registrado em R$ 3.726, levemente inferior ao trimestre anterior (R$ 3.756), mas 4% superior ao mesmo período do ano passado. Os valores já consideram o impacto da inflação.

Fonte: Agência Brasil



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