Economia

LIVRE COMÉRCIO

Brasil promulga acordo de livre comércio com EFTA

Novo tratado visa aumentar comércio e investimentos entre Mercosul e bloco europeu

Teresinha Ferreira

25 de setembro de 2026 às 12:26 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O Brasil promulgou o Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e a EFTA em 25 de agosto.
  • O acordo foi formalizado pelo Decreto Presidencial nº 13.126.
  • A EFTA inclui Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça; o Mercosul é composto por Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai, com Venezuela suspensa.
  • O tratado visa aumentar o comércio e investimentos entre os blocos, reduzindo barreiras comerciais.
  • O acordo entrará em vigor em 1º de outubro de 2026.
  • Inclui compromissos em propriedade intelectual, desenvolvimento sustentável e proteção ambiental.
  • Reconhece e protege indicações geográficas.
  • Negociações iniciadas em 2017 e concluídas em 2025.
  • Aprovado pelo Congresso e ratificado pelo governo brasileiro, o objetivo é ampliar a presença de produtos brasileiros nos mercados da EFTA.

Agência Brasil livre comércio com EFTA
livre comércio com EFTA

O Brasil promulgou o Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) nesta sexta-feira (25). O documento, formalizado pelo Decreto Presidencial nº 13.126, foi publicado no Diário Oficial da União.

A EFTA é composta por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. O Mercosul inclui Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai, com a Venezuela suspensa desde 2017. O decreto marca a conclusão da internalização do tratado no Brasil, com compromissos para aumentar os fluxos de comércio e investimentos entre os blocos.

No plano jurídico, o acordo entra em vigor em 1º de outubro de 2026. O objetivo é reduzir barreiras comerciais e simplificar procedimentos aduaneiros, além de aumentar o acesso aos mercados de compras governamentais.

Assinado em 16 de setembro de 2025 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o documento inclui compromissos em propriedade intelectual, desenvolvimento sustentável e proteção ambiental.

O acordo também reconhece e protege indicações geográficas, promovendo produtos de certas regiões. As negociações começaram em 2017 e foram concluídas em 2025, após dez rodadas.

O Congresso Nacional aprovou o texto em junho e ele foi ratificado pelo governo brasileiro em julho. Com isso, espera-se ampliar a entrada de produtos brasileiros nos mercados da EFTA.

Fonte: Agência Brasil