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GREVE DOS CORREIOS

TST exige efetivo mínimo durante greve dos Correios

Decisão mantém 80% do efetivo operacional para reduzir impactos sociais e eleitorais.

Teresinha Ferreira

14 de setembro de 2026 às 17:14 ▪ Atualizado há 42 minutos

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  • O TST determinou que 80% dos trabalhadores dos Correios devem continuar ativos durante a greve.
  • A decisão foi do presidente do TST, ministro Vieira de Mello Filho.
  • O pedido dos Correios visava garantir serviços mínimos, especialmente para as eleições de 2026.
  • A greve começou em 10 de outubro e está ligada à campanha salarial 2025/2026.
  • Os sindicatos criticam a reestruturação dos Correios, com fechamento de agências e redução postal.
  • A categoria busca um novo acordo coletivo e discorda do plano de saúde proposto.
  • Os Correios ativaram um plano de continuidade, incluindo mobilização de funcionários administrativos e mutirões logísticos.

Agência Brasil Trabalhadores dos Correios
Trabalhadores dos Correios

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que 80% dos trabalhadores dos Correios devem continuar em atividade durante a greve da categoria. A decisão foi proferida pelo presidente do TST, ministro Vieira de Mello Filho, no último sábado (12).

A estatal recorreu ao tribunal buscando garantir um funcionamento mínimo devido à importância dos serviços prestados, considerados essenciais, especialmente durante o período eleitoral de 2026. O ministro destacou que a greve pode impactar compromissos públicos e privados relacionados ao pleito.

A paralisação teve início na quinta-feira (10) e está vinculada à campanha salarial 2025/2026. Os sindicatos criticam o modelo de reestruturação dos Correios, que inclui o fechamento de agências e redução de distritos postais.

A categoria busca a aprovação de um novo acordo coletivo, enfatizando que não deveria ser responsabilizada pela crise financeira da empresa. O impasse principal envolve o plano de saúde para trabalhadores e aposentados.

Para mitigar os efeitos da greve, os Correios informaram a ativação de um plano de continuidade. Medidas incluem a mobilização de empregados de áreas administrativas para atividades operacionais e a realização de mutirões logísticos.

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Fonte: Agência Brasil