Brasil

Monitoramento de casos

ONGs lançam site para monitorar caso Dom e Bruno

Portal reúne informações atualizadas sobre assassinato de Dom e Bruno no Vale do Javari

Teresinha Ferreira

07 de julho de 2026 às 07:28 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • Instituições como Instituto Dom Phillips, Artigo 19 e RSF lançaram o site "Defensores do Javari".
  • O site divulga informações sobre o assassinato de Dom Phillips e Bruno Pereira em 2022.
  • Criado em parceria com o Observatório dos Povos Indígenas Isolados (Opi).
  • Foca em investigações e ações do Grupo de Trabalho Vale do Javari.
  • Dom e Bruno denunciavam crimes socioambientais na Terra Indígena Vale do Javari.
  • Bruno Pereira colaborava com a Univaja e ajudou a criar uma equipe de vigilância.
  • Dom Phillips estava escrevendo um livro, finalizado por amigos após sua morte.
  • Comissão Interamericana de Direitos Humanos foi acionada para assegurar ação das autoridades.

A morte de Bruno Pereira. ocorreu em 2022  no Vale do Javari, Amazonas.
A morte de Bruno Pereira. ocorreu em 2022 no Vale do Javari, Amazonas.

Organizações não governamentais como o Instituto Dom Phillips, Artigo 19 e Repórteres Sem Fronteiras (RSF) lançaram um site para disponibilizar informações sobre o assassinato do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira. Os crimes ocorreram em 2022, no Vale do Javari, Amazonas.

O novo portal, chamado Defensores do Javari, foi idealizado em parceria com o Observatório dos Povos Indígenas Isolados (Opi). O site busca oferecer informações confiáveis para acompanhar desdobramentos das investigações e ações do Grupo de Trabalho Vale do Javari.

Dom e Bruno eram conhecidos por suas denúncias de crimes socioambientais na Terra Indígena Vale do Javari, lar de grupos indígenas isolados. A preservação dessas comunidades é fundamental, dado seu risco de extinção.

Bruno Pereira era uma figura central na região e colaborava com a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja). Ele ajudou a criar a Equipe de Vigilância da Univaja, que visa proteger comunidades indígenas.

Dom Phillips estava na região para escrever um livro sobre o tema. Após sua morte, a obra foi finalizada por amigos.

Pela gravidade do caso, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos foi envolvida para garantir respostas rápidas das autoridades brasileiras.

Fonte: Agência Brasil



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