Brasil

POLÍTICA PÚBLICA

Congresso promulga lei para reduzir filas de espera do INSS

Nova legislação acelera prazos e amplia ações no Programa de Gerenciamento de Benefícios

Teresinha Ferreira

08 de setembro de 2026 às 15:05 ▪ Atualizado há 3 semanas

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  • Foi promulgada uma lei para reduzir filas e acelerar processos no INSS.
  • A norma reduz o prazo para incluir processos no Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB) de 45 para 30 dias.
  • A lei 15.497, de 2026, abrange processos com análise acima de 30 dias ou prazos judiciais expirados.
  • O PGB agora inclui análise inicial de direitos e revisão de benefícios previdenciários e assistenciais.
  • A Medida Provisória 1.369/2026 foi aprovada pelo Senado em 3 de setembro.
  • A senadora Zenaide Maia relatou a medida, que modifica a Lei 15.201, de 2025.
  • O relatório destaca a ampliação da força de trabalho e a redução de processos pendentes de 2,7 milhões para 1,7 milhão no primeiro semestre de 2026.
  • A prioridade é conceder agilidade nos pedidos de concessão.
  • A implementação visa melhorar a eficiência na concessão de benefícios, beneficiando diretamente os dependentes do INSS.

Senado Notícias Lei vai ajudar a reduzir filas de espera do INSS
Lei vai ajudar a reduzir filas de espera do INSS

A Presidência do Congresso promulgou uma lei visando diminuir as filas e acelerar processos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (8), a norma reduz de 45 para 30 dias o prazo para que processos e serviços administrativos sejam inclusos no Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB).

Segundo a Lei 15.497, de 2026, passam a integrar o PGB processos cujo prazo de análise exceda 30 dias ou com prazos judiciais expirados. Além disso, o programa agora abrange a análise inicial de direitos e a revisão de benefícios previdenciários e assistenciais.

No Congresso, a proposta foi apresentada por meio da Medida Provisória 1.369/2026 e aprovada pelo Senado em 3 de setembro. A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) relatou a medida, que altera a Lei 15.201, de 2025, responsável pela criação do PGB no INSS.

O relatório de Zenaide Maia enfatiza a ampliação da força de trabalho para análise dos processos. A senadora ressaltou que, no primeiro semestre de 2026, o programa já havia contribuído para a redução de processos pendentes de 2,7 milhões para 1,7 milhão. Ela defendeu que pedidos de concessão inicial sejam priorizados e destacou a importância da agilidade para as pessoas que dependem desses benefícios.

A implementação dessas mudanças é crucial para melhorar a eficiência na concessão de benefícios, impactando diretamente aqueles que dependem do INSS para suas necessidades básicas.

Fonte: Senado Notícias