Saúde

HEMOFILIA

Ministério da Saúde aprova nova terapia para crianças com hemofilia

Protocolo inclui medicamento menos invasivo para crianças sem inibidores do fator VIII.

Teresinha Ferreira

15 de outubro de 2026 às 12:12 ▪ Atualizado há 4 horas

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  • O Ministério da Saúde autorizou o uso do emicizumabe para crianças até 6 anos com hemofilia A sem inibidores do fator VIII.
  • A aprovação foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União.
  • O documento define critérios para diagnóstico, inclusão e exclusão de pacientes e detalhes sobre tratamento.
  • O protocolo é nacional e regula o acesso ao tratamento no SUS.
  • O emicizumabe é menos invasivo que o tratamento tradicional, reduzindo a frequência de sangramentos com administração subcutânea.
  • Pacientes ou responsáveis serão informados sobre riscos e efeitos colaterais.
  • O protocolo completo estará disponível no site do Ministério da Saúde.
  • Gestores do SUS devem organizar serviços de referência para um atendimento eficiente conforme o novo protocolo.

Agência Brasil Crianças com hemofilia
Crianças com hemofilia

O Ministério da Saúde aprovou o uso do medicamento emicizumabe no tratamento de crianças até 6 anos com hemofilia A, que não apresentam inibidores do fator VIII da coagulação sanguínea. A aprovação foi formalizada por portaria publicada nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial da União.

O documento estabelece critérios para diagnóstico, inclusão e exclusão de pacientes, além de detalhes sobre condições de tratamento e mecanismos de regulação. Este protocolo tem aplicação nacional e será utilizado para regular o acesso ao tratamento em todo o Sistema Único de Saúde (SUS), abrangendo secretarias estaduais, distrital e municipais.

O tratamento com emicizumabe é considerado menos invasivo comparado ao tradicional, que requer infusões venosas do fator VIII. Conforme o ministério, a nova terapia, aplicada por via subcutânea, pode reduzir a frequência de sangramentos em jovens pacientes.

Antes da administração do medicamento, o paciente ou seu responsável legal será informado sobre riscos, efeitos colaterais e potenciais eventos adversos. Para mais detalhes, o protocolo completo estará disponível no site oficial do Ministério da Saúde, na seção dedicada aos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT).

Os gestores do SUS devem organizar a rede de assistência e definir os serviços de referência necessários para garantir o atendimento eficaz dos pacientes, conforme estipulado pelo novo protocolo.

Fonte: Agência Brasil