Política

EXPOSIÇÃO DE DADOS FISCAIS

Zanin pede ação judicial contra exposição de dados fiscais por Dallagnol

Ministro do STF quer responsabilizar envolvidos em vazamento de informações bancárias e fiscais

Teresinha Ferreira

05 de setembro de 2026 às 18:18 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O ministro Cristiano Zanin, do STF, solicitou a responsabilização pelo TRE-PR pela exposição de seus dados fiscais e bancários.
  • Os dados foram incluídos no registro de candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado.
  • Zanin mencionou possível responsabilização criminal e informou o STF e o TSE sobre o caso.
  • A denúncia veio após reportagem do portal Metrópoles.
  • Informações sensíveis foram usadas pela defesa de Dallagnol para contestar a impugnação de sua candidatura.
  • Os documentos, relacionados à Lava Jato, foram coletados por ordem de Marcelo Bretas.
  • Na época, Zanin era advogado de Lula e os dados de sua esposa também foram expostos.
  • A defesa de Dallagnol alegou que os documentos eram sigilosos e relevantes, apresentados de forma transparente.
  • As quebras de sigilo foram anuladas pela Justiça Federal e as queixas contra Dallagnol arquivadas por falta de provas.
  • Zanin ainda busca responsabilização judicial no caso.

Agência Brasil Ministro Cristiano Zanin
Ministro Cristiano Zanin

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) a responsabilização dos envolvidos na exposição de seus dados fiscais e bancários. Os dados foram anexados ao registro de candidatura ao Senado de Deltan Dallagnol.

No pedido enviado ao presidente do TRE paranaense, Zanin mencionou a possibilidade de responsabilização criminal. O caso também foi comunicado ao STF e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A denúncia de exposição dos dados surgiu em uma reportagem do portal Metrópoles. De acordo com a matéria, informações sensíveis foram anexadas pela defesa de Dallagnol para contestar a impugnação de sua candidatura.

Os documentos, obtidos em 2019 durante a Lava Jato, foram coletados por determinação de Marcelo Bretas. Na época, Zanin era advogado de Lula e os dados de sua esposa também foram comprometidos.

A defesa de Dallagnol afirmou que os documentos estavam sob sigilo judicial e eram relevantes para provar a regularidade da candidatura, sendo apresentados de forma transparente.

Essas quebras de sigilo foram posteriormente anuladas pela Justiça Federal e as reclamações contra Dallagnol arquivadas por falta de provas. Ainda assim, Zanin busca a responsabilização judicial no caso.

Fonte: Agência Brasil