Apelo de Wellington acalma ânimos na base governista

Vice-governadora Margarete Coelho com o governador Wellington Dias Vice-governadora Margarete Coelho com o governador Wellington DiasFoto: Jorge Bastos

Surtiu efeito o apelo do governador Wellington Dias para que os aliados evitem ilações sobre a composição da chapa majoritária nas eleições de 2018. Os principais protagonistas da polêmica sobre a indicação do candidato a vice-governador – PP, PMDB e PT – ocuparam as mídias para reafirmar o compromisso com a reeleição do governador Wellington Dias, que é o principal objetivo a ser alcançado no ano que vem.

“Eu encaro com muita naturalidade, acho que a eleição está tão longe. Tenho procurado trabalhar muito, inclusive, para os prefeitos do PMDB que são muito ligados a mim. Não tem ninguém que tenha levado tantos recursos para os prefeitos do PMDB do que eu e, isso ajuda muito os deputados do PMDB.” “Eu tenho uma aproximação muito grande com todos esses deputados, inclusive, com presidente Themístocles, que é um grande amigo. Então, não vejo muito espaço para que isso venha acontecer [perder o apoio do PMDB em 2018. Nós vamos escolher o que é melhor no próximo ano. Não vai ter essa celeuma não. Os melhores quadros vão compor a chapa no próximo ano. Mas, só no próximo ano que nós vamos definir isso”, afirmou o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas.

O líder do PMDB na Assembleia Legislativa, deputado estadual João Mádison, insiste que é preciso ter paciência. “Não tem nada definido. O Progressistas precisa ter calma, pois já vai ficar com uma vaga ao Senado. A vaga de vice será naturalmente do PMDB”, defende.

“Dialogar na política é normal. Até mesmo com partido de oposição se dialoga. Logo não há razão para não dialogar com um partido aliado no Piauí. Estamos formatando um programa para 2018 e todos que queiram contribuir com o Piauí serão bem vindos”, emendou o presidente do Partido dos Trabalhadores no Piauí, deputado federal Assis Carvalho.

Agourando

Enquanto a base tenta falar a mesma língua, o vice-presidente do PMDB, ex-ministro João Henrique Sousa, “bota catinga”. “Vamos apresentar uma proposta de rompimento, pois sou a favor da candidatura própria...Todo esse impasse com o PMDB que está no Governo não é surpresa para mim, aliás, eu venho avisando desde o início que o partido não terá espaço na chapa governista. O deputado Themístocles é um dos melhores nomes, é gabaritado para vice, ou qualquer outra vaga, mas, não terá espaço, como eu venho repetindo”, seca o peemedebista, que quer porque quer ser candidato a governador em 2018.

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Paulo Pincel

Paulo Henrique Oliveira Barros Bacharel em Comunicação Social - Jornalismo - UFPI Especialização em Marketing e Jornalismo Político - Instituto Camilo Filho Escreve sobre política e outros assuntos

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