Política

TSE ordena retirada de vídeo

TSE manda Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira retirarem vídeo infantil

Vídeo divulgado no Dia das Crianças acusa Lula de inflação e insegurança, segundo o TSE.

Da Redação

14 de outubro de 2026 às 15:07 ▪ Atualizado há 2 dias

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  • O TSE ordenou que Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira removam um vídeo envolvendo crianças.
  • O vídeo criticava o presidente Lula e seu filho, associando-os a problemas como inflação e insegurança.
  • Foi publicado no Dia das Crianças e compartilhado por Nikolas Ferreira e no canal Tropa do Flávio.
  • A coligação de apoio a Lula solicitou a remoção, alegando desinformação.
  • O ministro Marco Aurélio Bellizze determinou a remoção em 24 horas, considerando o uso de crianças inadequado.
  • A decisão será analisada pelo plenário do TSE.
  • A Agência Brasil busca comentários dos envolvidos.

Agência Brasil TSE manda Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira retirarem vídeo infantil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ordenou que Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira removam um vídeo envolvendo crianças em críticas a Lula. A decisão, proferida pelo ministro Marco Aurélio Bellizze, estipula um prazo de 24 horas para a retirada do conteúdo das redes.

O vídeo, publicado no Dia das Crianças, retrata menores lendo textos que atribuem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, problemas como inflação e insegurança. Além de Lula, seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, também é alvo das críticas.

O material foi inicialmente compartilhado por Nikolas Ferreira e posteriormente reproduzido no canal Tropa do Flávio no WhatsApp. A coligação Brasil Pronto pra Mais, de apoio a Lula, solicitou a remoção, alegando desinformação.

Para Bellizze, a utilização de crianças para promover uma narrativa enganosa e descontextualizada ultrapassou o limite do aceitável. O ministro destacou que, embora menores possam aparecer em materiais políticos, explorá-los para promover propaganda negativa pode ser considerado irregular.

A decisão ainda será submetida ao plenário do TSE. A Agência Brasil tenta contato com os envolvidos para obter comentários.

Fonte: Agência Brasil