Política

ELEIÇÕES 2026

"Não temos indicativo de interferência internacional", diz Nunes Marques

Kassio Nunes Marques divulgou prévia do balanço das eleições neste domingo (4/10). Ele disse que não há indicativo de interferência de fora

Da Redação

04 de outubro de 2026 às 14:38 ▪ Atualizado há 39 minutos

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  • Presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirma não haver indício de interferência internacional nas eleições brasileiras.
  • Não há relatórios da PF ou Abin apontando risco de interferência externa.
  • Ministro elogia o andamento das eleições, com apenas 0,2% das urnas substituídas.
  • Agradece à ministra Cármen Lúcia pela preparação do sistema eleitoral.
  • Destaca que a eleição está ocorrendo de forma "normal" e "bastante exitosa".

Ministro Nunes Marques
Ministro Nunes Marques

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4/10), que não há indicativo concreto de interferência internacional nas eleições brasileiras. “Vamos falar do momento atual, até o momento, não temos nenhum indicativo concreto de interferência internacional”, disse, durante entrevista.

“Sobre embaixada: sempre que existe um acirramento, um país pode suspender as atividades diplomáticas. O nosso indicativo das equipes que monitoram riscos não apontam nenhum tipo de risco. Nós não temos nenhum relatório da PF, da Abin, que aponte nenhum tipo de risco. Não recebemos nenhum indicativo concreto”, acrescentou.

Além disso, ele disse, que, até o momento, a eleição transcorre de forma “bastante exitosa” com apenas 0,2% das urnas do país substituídas. O ministro destacou que a votação está transcorrendo “normalmente” nas seções.

O magistrado também agradeceu à ministra Cármen Lúcia, a quem ele sucedeu na Corte, pela preparação da Justiça. “Como vocês sabem, o dia de hoje só é possível em razão de uma longa preparação que antecede o período eleitoral. Antes de fazer um resumo, queria fazer uma homenagem, com justiça, à ministra Cármen Lúcia, que foi quem iniciou toda essa preparação para as eleições de 2026”, declarou.
“Teremos com certeza uma eleição exitosa, mas esse êxito também precisamos dividir com os servidores e com a ministra”, acrescentou.