Política

META DESATIVA ANÚNCIOS DE LULA

Meta desabilita anúncios da campanha de Lula no Facebook

Conta voltou ao normal no mesmo dia e a campanha do PT aguarda explicação da empresa.

Teresinha Ferreira

26 de setembro de 2026 às 00:06 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Meta desativou temporariamente os anúncios do perfil de Lula no Facebook, poucos dias antes do primeiro turno das eleições.
  • A equipe de Lula recorreu à Meta, sem justificativas claras para o bloqueio; a conta foi restabelecida no mesmo dia.
  • A Meta não explicou oficialmente o motivo do bloqueio ao ser procurada.
  • O incidente gerou especulações sobre possíveis preferências políticas da Meta, alimentando teorias de favorecimento a adversários de Lula.
  • Mark Zuckerberg teria declarado apoio às políticas do governo americano liderado por Trump.
  • O governo brasileiro atual defende a regulação das big techs, enfrentando resistência dos Estados Unidos que se opõem a limitações sobre empresas digitais.

Agência Brasil Meta
Meta

A Meta, empresa responsável pelo Facebook, WhatsApp e Instagram, desativou temporariamente os anúncios do perfil do candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Facebook a dez dias do primeiro turno das eleições.

A equipe de campanha de Lula recorreu à Meta, alegando que não houve justificativa para o bloqueio. A conta de anúncios foi restabelecida no mesmo dia. Agora, a campanha aguarda uma explicação oficial da empresa sobre o ocorrido.

Até o fechamento desta matéria, a Meta não havia esclarecido os motivos para a suspensão temporária. Procurada pela Agência Brasil, a empresa não se manifestou sobre a situação. O episódio alimentou o discurso de aliados de Lula de que companhias americanas, como a Meta, favorecem adversários políticos do PT.

Após Donald Trump reassumir a presidência dos Estados Unidos, em janeiro de 2025, Mark Zuckerberg, proprietário da Meta, declarou publicamente seu apoio às políticas do novo governo, sinalizando um alinhamento estratégico com Washington.

No Brasil, o governo atual defende a regulação econômica das big techs, o que tem gerado atritos com gigantes da tecnologia e o governo americano, que critica regulações que limitem as atividades das empresas digitais.

Fonte: Agência Brasil