Política

BOCA DE URNA

Mesária é detida por suspeita de pedir votos para Flávio Bolsonaro

Mulher foi denunciada por suposta boca de urna durante o segundo turno das eleições em uma escola do Gama, em Brasília

Da Redação

25 de outubro de 2026 às 17:11 ▪ Atualizado há 1 hora

Ver resumo
  • Uma mesária foi detida no Distrito Federal por suspeita de campanha eleitoral irregular.
  • Ela foi acusada de fazer "boca de urna" para Flávio Bolsonaro dentro de uma seção eleitoral.
  • A denúncia foi feita na escola pública do Gama durante o segundo turno das eleições de 2026.
  • A Justiça Eleitoral determinou a condução da mesária para procedimentos legais.
  • Um Termo Circunstanciado de Ocorrência foi registrado e a mesária foi liberada após o procedimento.
  • A ocorrência será analisada para determinar se houve infração eleitoral.
  • Fazer "boca de urna" no dia da eleição pode resultar em detenção ou prestação de serviços comunitários, além de multa.
  • O caso envolveu o segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.

Reprodução Mesária foi levada à delegacia para prestar esclarecimentos
Mesária foi levada à delegacia para prestar esclarecimentos

Uma mesária foi detida na manhã deste domingo (25), suspeita de fazer campanha para Flávio Bolsonaro (PL) dentro de uma seção eleitoral no Distrito Federal, durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O caso ocorreu em uma escola pública do Gama, região administrativa de Brasília.

A mulher foi denunciada por suposta prática de boca de urna, conduta proibida pela legislação eleitoral no dia da votação. A ocorrência foi comunicada à Justiça Eleitoral, que determinou a condução da mesária para os procedimentos legais.

Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, a suspeita teria manifestado apoio ao candidato do PL no local onde trabalhava como mesária, o que motivou a denúncia.

Após a abordagem, a mulher foi encaminhada para os procedimentos policiais. O caso foi registrado por meio de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), e ela foi liberada após o procedimento.

A ocorrência deverá ser analisada pelas autoridades competentes, que vão apurar as circunstâncias do episódio e verificar se a conduta configura infração eleitoral.

O que diz a legislação eleitoral

A boca de urna é proibida no dia da eleição e pode configurar crime eleitoral quando envolve propaganda ou tentativa de aliciar eleitores em favor de candidatos ou partidos.

A legislação prevê detenção de seis meses a um ano, com alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de multa.

O caso ocorreu durante o segundo turno da eleição presidencial, disputado entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Fonte: Metrópoles



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