2020

Luciano Nunes afirma que seu nome está à disposição do PSDB para disputar prefeitura

O presidente do diretório estadual do PSDB falou que não sente ansiedade quanto à definição do pré-candidato de Firmino Filho.


Deputada estadual Luciano Nunes (PSDB)

Deputada estadual Luciano Nunes (PSDB) Foto: Caio Bruno/Alepi

O presidente do diretório estadual do PSDB no Piauí, ex-deputado Luciano Nunes, comentou em entrevista na última quinta-feira (08) sobre listas de pré-candidatos e disse que seu nome está à disposição do PSDB para a sucessão do prefeito Firmino Filho.

Segundo Nunes, a posição de Firmino é não antecipar a discussão política para 2019. “O prefeito tem reiterado a sua posição de deixar a discussão da sucessão ou da escolha do candidato para o ano de 2020 que é o ano eleitoral”, disse. Firmino deve anunciar o pré-candidato do PSDB em março do ano que vem.

Questionado sobre o fato de seu nome não ser citado na lista de possíveis pré-candidatos que Firmino diz ter, Luciano afirma estar tranquilo quanto a isso.

“Existem listas para todo gosto, tenho visto meu nome em algumas listas e outras não, isso é muito relativo e há muita ansiedade nesse momento, eu não tenho nenhuma ansiedade com relação a isso, meu nome está apenas à disposição”, afirmou.

Na lista do prefeito Firmino Filho aparecem nomes de gestores do primeiro escalão da prefeitura como Kléber Montezuma, Charles Silveira, Samuel Silveira, Evandro Hidd.

“O critério de escolha vai se dar no momento adequado, uma candidatura majoritária não se impõe, ninguém é candidato de si mesmo, é muito mais fruto de uma convergência, de um perfil que a população identifica como ideal, no momento correto o prefeito vai saber conduzir essa escolha, fazendo pesquisas quantitativas, qualitativas, ele tem experiência nisso”, ponderou.

Comentando sobre o fim das coligações proporcionais, Luciano Nunes considera que o número de partidos no Brasil deve diminuir em pouco tempo.

“Agora com o fim das coligações proporcionais e a cláusula de desempenho em pouco tempo vamos sair de um quadro de 38 partidos para um de talvez apenas oito, isso vai facilitar as pessoas a ter essa percepção de quem é mais liberal, mais de esquerda ou mais de direita. Nas grandes democracias mundiais existe muito pouco personalíssimo, isso é saudável, os partidos identificam propostas, o personalíssimo concentra algo em torno de uma pessoa que pode não reverter em resultado prático e não compromete aquela pessoa ao projeto para a população”, concluiu.

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