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OPERAÇÃO POLICIAL

Polícia Federal desarticula grupo ligado a facção no Rio

Operação cumpre mandados contra policiais por venda de armas e vazamento de dados sigilosos.

Teresinha Ferreira

07 de outubro de 2026 às 07:35 ▪ Atualizado há 3 horas

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  • A Polícia Federal realizou uma operação para desarticular um esquema criminoso ligado a uma facção no Rio de Janeiro.
  • Foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão.
  • A operação investigou a venda ilegal de fuzis e o vazamento de informações para o Complexo de Israel na zona norte do Rio.
  • Os envolvidos são policiais e ex-policiais acusados de vender armas como fuzis AR-15.
  • O grupo acessava sistemas restritos e repassava informações para líderes criminosos.
  • Informações vazadas evitavam ações policiais e eram usadas para extorsão.
  • O esquema movimentou mais de R$ 100 milhões em quatro anos via lavagem de dinheiro.

Agência Brasil Policia Federal
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A Polícia Federal (PF) realizou, nesta quarta-feira (7), uma operação para desarticular um esquema criminoso que envolve policiais e ex-policiais ligados a uma facção do Rio de Janeiro. Foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão.

A operação Magen, conduzida em conjunto com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), investiga a venda ilegal de fuzis e o vazamento de informações sigilosas para o Complexo de Israel, uma área conhecida na zona norte da capital fluminense.

Os alvos incluíam um policial civil, um policial militar e outros ex-policiais. Eles são acusados de vender armas de uso restrito, incluindo fuzis AR-15, para líderes criminosos. Além disso, o grupo acessava sistemas restritos e repassava dados sensíveis sobre operações policiais.

As informações vazadas permitiam que criminosos evitassem ações das forças de segurança. Os dados também eram utilizados em investigações clandestinas com o objetivo de extorsão.

Segundo a PF, o esquema movimentou mais de R$ 100 milhões em quatro anos através de manobras de lavagem de dinheiro envolvendo contas pessoais e empresas de fachada.

Fonte: Agência Brasil