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PROTESTOS NA FRANÇA

Protestos sob severa segurança agitam França neste sábado

Mais de 70 mil policiais foram mobilizados para evitar novos distúrbios nas cidades francesas.

Teresinha Ferreira

24 de outubro de 2026 às 12:38 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • 70 mil policiais foram mobilizados na França para conter os protestos deste sábado.
  • O governo busca evitar distúrbios como os do último fim de semana.
  • Em Paris e outras cidades, as manifestações estavam sob forte vigilância.
  • Até a tarde, 135 pessoas haviam sido detidas.
  • Prisões ocorreram após a apreensão de objetos considerados perigosos.
  • Em Lyon, a polícia usou gás lacrimogêneo e em Paris os protestos começaram de forma pacífica.
  • O alto custo de vida e serviços públicos precários são os principais motivos dos protestos.
  • Adicionais 10 mil policiais foram mobilizados devido aos distúrbios anteriores.
  • Paris parecia em lockdown, com lojas tapumadas e estações de metrô fechadas.
  • O Louvre e outros centros culturais não abriram, frustrando turistas.
  • O percurso da manifestação em Paris foi alterado judicialmente, gerando críticas de líderes de esquerda.
  • Em Orléans, uma marcha pacífica foi realizada contra o Reagrupamento Nacional.
  • A segurança foi reforçada após um incidente de violência islamofóbica na sexta-feira.

Agência Brasil Protestos na França
Protestos na França

Os protestos na França deste sábado (24) mobilizaram 70 mil policiais, enquanto o governo tenta impedir distúrbios como os do último fim de semana. As manifestações aconteceram em Paris e outras cidades do país, sob forte vigilância.

De acordo com o ministro do Interior, Laurent Nuñez, até o início da tarde, 135 pessoas foram detidas em todo o país. Ele explicou que muitas prisões ocorreram após revistas que encontraram fogos de artifício e outros objetos potencialmente usados como armas.

Em Lyon, a polícia utilizou gás lacrimogêneo para dispersar multidões, enquanto na capital os protestos começaram pacificamente. Os distúrbios anteriores, motivados pelo alto custo de vida e serviços públicos precários, resultaram na mobilização extra de 10 mil policiais.

Paris se assemelhava a uma cidade sob lockdown, com lojas cobertas por tapumes, museus fechados e mais de 20 estações de metrô interditadas. Centros culturais importantes, como o Louvre, também decidiram não abrir, deixando turistas frustrados.

O percurso da manifestação em Paris foi alterado judicialmente, afastando os manifestantes do centro, o que gerou críticas de líderes de esquerda, como Jean-Luc Mélenchon, que consideraram a mudança uma tentativa de desmobilizar a população.

Em Orléans, uma marcha pacífica ocorreu contra o partido Reagrupamento Nacional durante um congresso na cidade. A segurança aumentou ainda mais após um incidente de violência islamofóbica na sexta-feira (23), nos arredores de Paris.

Fonte: Agência Brasil



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