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ONU destaca proteção a jornalistas e acesso à informação

Data homenageia Ghislaine Dupont e Claude Verlon, mortos no Mali em 2013.

Da Redação

02 de novembro de 2026 às 15:21 ▪ Atualizado há 51 minutos

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  • António Guterres destacou o preço alto que jornalistas pagam por dizer a verdade.
  • Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes Contra Jornalistas foi estabelecido em memória de dois jornalistas assassinados em 2013.
  • A ONU planeja abordar, em 2026, o impacto das novas tecnologias e armamentos nos riscos enfrentados por jornalistas.
  • Entre 2024 e 2025, 189 jornalistas foram assassinados, principalmente em áreas de conflito.
  • Samira de Castro, presidente da Fenaj, ressalta a importância de investigações e responsabilizações por esses crimes.
  • Campanha da Federação Internacional de Jornalistas busca respostas sobre quem ordenou e planejou assassinatos.

Agência Brasil Proteção a jornalistas
Proteção a jornalistas

"Jornalistas pelo mundo afora continuam pagando um preço alto por dizer a verdade”, destacou nesta segunda-feira (2) o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante a celebração do Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes Contra Jornalistas.

A data foi criada em memória dos jornalistas franceses Ghislaine Dupont e Claude Verlon, da Rádio França Internacional (RFI), assassinados em 2 de novembro de 2013, no Mali.

A ONU pretende evidenciar, em 2026, o impacto das novas tecnologias e armamentos nos riscos enfrentados pelos jornalistas, principalmente em zonas de conflito, onde ataques com drones têm sido frequentes.

Segundo a ONU, nos anos de 2024 e 2025, 189 jornalistas foram assassinados globalmente, o maior número desde 2014/2015, com a maioria das mortes ocorrendo em áreas de conflito.

A presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro, enfatiza que é essencial cobrar dos governos investigações e responsabilizações por esses crimes. “A campanha da Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) indaga: Quem ordenou o assassinato? Quem planejou? Quem é o responsável final? Estas questões não podem ser deixadas sem respostas”, afirma.

Fonte: Agência Brasil



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