Educação

INDÍGENA

Feira Intercultural reúne arte e saberes no CETI Indígena Oka Ka Inaminanoko

Quem participou da atividade pôde conhecer o espaço intercultural de memória dos povos indígenas, visitar a galeria de arte e experimentar os pães artesanais feito com ervas produzidos na escola.

Da Redação

25 de setembro de 2026 às 16:27 ▪ Atualizado há 35 minutos

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  • A feira intercultural no CETI Indígena Oka Ka Inaminanoko destacou saberes e identidade dos povos indígenas.
  • O evento teve o tema "Terra que alimenta, saber que permanece" e contou com a participação de estudantes e professores.
  • Atividades incluíam um espaço de memória, galerias de arte e pães artesanais com ervas da escola.
  • A professora Aliã Wamiri, do povo Guajajara, ressaltou a “culminância de projetos e aprendizagem desenvolvidos” durante o ano letivo.
  • Estudantes, como Yumili Delvalle Gonzalez Mendoza e Yoiner de La Cruz Torres Mendonza, relataram aprendizado e diversão.
  • O secretário de Educação, Rodrigo Torres, enfatizou o valor de reconhecer e valorizar a história e a diversidade cultural através de tais eventos.

Divulgação Estudantes do CETi Indígena Oka Ka Inaminanoko, durante a Feira Intercultural
Estudantes do CETi Indígena Oka Ka Inaminanoko, durante a Feira Intercultural

Saberes, arte, memória e experiências construídas ao longo do ano letivo ganharam espaço durante a Feira Intercultural do CETI Indígena Oka Ka Inaminanoko, nesta sexta-feira (25). Com o tema “Terra que alimenta, saber que permanece”, a feira valorizou conhecimentos relacionados à ancestralidade e à identidade dos povos indígenas. A programação reuniu atividades desenvolvidas pelos estudantes e professores a partir de diferentes áreas do conhecimento.

Quem participou da atividade pôde conhecer o espaço intercultural de memória dos povos indígenas, visitar a galeria de arte e experimentar os pães artesanais feito com ervas produzidos na escola.

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A professora de Artes Aliã Wamiri, do povo Guajajara, explica que a feira representa a culminância de projetos e aprendizagens desenvolvidos durante o período letivo e uma oportunidade de compartilhar esses conhecimentos com a comunidade. “Organizamos um circuito para que cada visitante possa conhecer um pouco do que fazemos aqui, nossa memória, nossa arte, nossos saberes e também aquilo que produzimos na escola. É um momento de compartilhar e mostrar que a escola está de portas abertas para a comunidade”, destacou.

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As atividades foram organizadas de forma integrada, permitindo que os estudantes apresentassem produções e experiências construídas no cotidiano escolar. Para a estudante Yumili Delvalle Gonzalez Mendoza, da etnia Warao, a feira representou um momento de aprendizado, união e diversão.  “Aprendi coisas novas, compartilhamos da nossa cultura e também conheci mais sobre outra cultura. Com certeza vou guardar esse momento com carinho”, relatou.

WhatsApp-Image-2026-09-25-at-16.29.05.jpegTambém da etnia Warao, o estudante Yoiner de La Cruz Torres Mendonza, descreveu a feira como uma experiência enriquecedora. “Espero tenhamos mais atividades como essa para contribuir com o nosso aprendizado”, afirmou.O secretário de Estado da Educação, Rodrigo Torres, destacou que atividades como a feira contribuem para que os estudantes reconheçam e valorizem a própria história e também tenham contato com diferentes formas de produzir conhecimento.

“A escola é também um espaço de cultura e identidade. Momentos como esse valorizam a diversidade presente na nossa rede e permitem que os estudantes sejam protagonistas ao compartilhar suas histórias, conhecimentos e produções com a comunidade”, destacou.