Economia

TURISMO

Turismo de observação das jubartes fortalece economia e preservação

Em Abrolhos, turismo cresce com avistamento de baleias-jubarte, impulsionando economia local.

Da Redação

02 de novembro de 2026 às 08:35 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • O turismo de observação de baleias-jubarte impulsiona a economia e a preservação no Arquipélago dos Abrolhos, Bahia.
  • Com a pesca proibida, a atividade turística se tornou uma alternativa econômica.
  • As jubartes migram anualmente da Antártica para a Bahia entre junho e novembro.
  • O turismo beneficia locais como Caravelas, criando oportunidades econômicas.
  • O empresário Paulo Salomão expandiu seu negócio com maior número de barcos.
  • A população de jubartes no Brasil cresceu para cerca de 35 mil indivíduos.
  • O turismo sustentável promove a conscientização ambiental e a preservação.
  • Normativas estabelecem um distanciamento mínimo de 100 metros das baleias.
  • Histórias de visitantes, como Karina Moraes, demonstram o impacto positivo da atividade.

Agência Brasil Turismo de observação das jubartes
Turismo de observação das jubartes

O turismo de observação de baleias-jubarte tem sido um motor econômico e de preservação no Arquipélago dos Abrolhos, Bahia. Com a proibição da pesca no Parque Marinho de Abrolhos, empreendedores como Paulo Salomão adaptaram seus negócios para o transporte de turistas interessados nas baleias e no mergulho nas águas ricas em biodiversidade.

Todos os anos, as baleias-jubarte migram cerca de 4 mil quilômetros desde a Antártica para acasalar e dar à luz em águas mais quentes. Esse fenômeno ocorre entre junho e novembro, movimentando a economia de Caravelas e outras áreas costeiras, que veem no turismo de observação uma oportunidade crescente de renda.

Exemplos de sucesso, como o de Salomão, que ampliou sua frota de barcos, se refletem nas estatísticas. A população de jubartes no Brasil, antes com números alarmantes, agora chega a cerca de 35 mil indivíduos, graças à proteção ambiental e iniciativas como o Instituto Baleia Jubarte.

Esse turismo, além de gerar emprego, sensibiliza a população para a preservação ambiental. Segundo o diretor do instituto, Eduardo Camargo, o turismo sustentável agrega valor econômico às baleias vivas, ao mesmo tempo em que respeita o ciclo natural dos animais.

Normas específicas regulam a atividade. Em agosto deste ano, uma portaria determinou que embarcações mantenham uma distância mínima de 100 metros das baleias, garantindo a segurança e o bem-estar dos animais.

Histórias como as da paulista Karina Moraes mostram a magia desse encontro com as jubartes, fortalecendo a conscientização ambiental e a preservação marinha através da imersão no habitat natural dessas gigantes do mar.

Fonte: Agência Brasil



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