Economia

DESEMPREGO HISTÓRICO

Desemprego no Brasil cai para 5,3%, menor nível histórico

Taxa de julho é a mais baixa desde o início da série Pnad em 2012, segundo IBGE.

Da Redação

27 de agosto de 2026 às 10:39 ▪ Atualizado há 3 horas

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  • A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, a menor desde 2012.
  • No trimestre anterior, a taxa era de 5,8%; no ano anterior, era de 5,6%.
  • O número de pessoas ocupadas alcançou 103,3 milhões, um recorde.
  • Houve um aumento de empregados com carteira assinada para 39,4 milhões, outro recorde.
  • O número de trabalhadores sem carteira assinada subiu para 13,8 milhões, um aumento de 3,6% desde abril.
  • O setor da construção civil liderou o crescimento da ocupação.
  • Transporte, armazenagem e correio cresceram 5,4% em relação a 2025.
  • A taxa de informalidade aumentou levemente para 37,5%.
  • O número de desempregados caiu para 5,8 milhões, uma redução de 8%.
  • A população desalentada caiu 9,7%, totalizando 2,3 milhões de pessoas.
  • O rendimento médio do trabalhador foi de R$ 3.762, considerado estável.

Agência Brasil Desemprego no Brasil cai
Desemprego no Brasil cai

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, marcando o menor nível da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que começou em 2012. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou esses dados nesta quinta-feira (27).

No trimestre anterior, encerrado em abril, a taxa registrada foi de 5,8%, enquanto no mesmo período do ano anterior era de 5,6%. Conforme a pesquisa, o número de pessoas ocupadas alcançou 103,3 milhões, um recorde. Já o número de empregados com carteira assinada chegou a 39,4 milhões, também o maior já registrado.

Por outro lado, o contingente de trabalhadores sem carteira assinada subiu para 13,8 milhões, um aumento de 3,6% em relação ao período até abril, equivalente a 477 mil pessoas a mais. Segundo o analista William Kratochwill, o setor da construção civil liderou o crescimento da ocupação neste trimestre.

O agrupamento de transporte, armazenagem e correio, incluindo entregadores de aplicativo, apresentou um crescimento de 5,4% comparado ao mesmo trimestre de 2025. A taxa de informalidade chegou a 37,5%, levemente superior aos 37,2% registrados até abril.

O número de desempregados foi de 5,8 milhões, uma redução de 8% em comparação ao trimestre anterior. A população desalentada caiu para 2,3 milhões, representando uma queda de 9,7% no período.

Além disso, o rendimento médio do trabalhador foi de R$ 3.762, mantendo-se considerado estável pelo IBGE, apesar do recuo de 0,7% em relação ao trimestre anterior.

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Fonte: Agência Brasil